terça-feira, 4 de agosto de 2026

A TOGA DE PÚRPURA DO IMPERADOR E SEU CETRO e A TÚNICA DE JESUS E SEU CAJADO

A Toga do Imperador

O tipo de toga usada refletia a posição de um cidadão na hierarquia civil. A toga uma vestimenta distinta da Roma antiga, era um tecido aproximadamente semicircular, entre 3,7 e 6,1 metros de comprimento, colocado sobre ombros e ao redor do corpo.
Esse manto ou veste de cor púrpura, (túnica roxa) era de um tecido de alto valor na Antiguidade e era uso restrito a imperadores romanos e autoridades máximas; cidadãos comuns eram proibidos de usar roupas inteiramente púrpuras.
Representava o maior símbolo de poder, a cor roxa era um símbolo de status na antiga Roma: só os imperadores tinham direito a usá-la.
A tintura roxa valia muito dinheiro e, portanto, passou a simbolizar tanto a riqueza como o poder, maneira fácil e imediata de identificar posição e privilégio. As penalidades de violação dessas leis poderiam ser duras: multas, perda de bens, títulos e até mesmo a vida.
O tipo de toga usada refletia a posição de um cidadão na hierarquia civil. Várias leis e costumes restringiam seu uso aos cidadãos, que eram obrigados a usá-lo em festas públicas e deveres cívicos.
• O cetro romano (sceptrum eburneum) era um bastão de marfim usado por cônsules, generais vitoriosos e imperadores para mostrar autoridade militar e poder supremo, sendo o símbolo máximo do estado romano.
A Túnica sem costura (Inconsútil) de Jesus
A túnica de Jesus era uma veste comum do povo no primeiro século, provavelmente feita de lã ou linho, dobrada em dois e ao centro cortada em gola para entrar sobre a cabeça, sendo assim sem costura, tecida inteira de cima a baixo e de peça única. Era um manto conhecido por chiton, ou quíton (literalmente "túnica" ou "casaco" em grego). A peça tinha um corte folgado e decote amplo, estendendo-se até os tornozelos, pois as curtas que chegavam até aos joelhos, tipicamente usadas por escravos e trabalhadores daquela época e servia como vestimenta diária de uso pessoal. (Marcos 12:38)
Segundo o Evangelho de São João, os soldados que crucificaram Jesus não dividiram a sua túnica depois de o crucificarem, mas lançaram sortes para não a rasgarem!
Em Marcos 6:56 consta que Jesus usava também um manto, um xale geralmente feito de lã, que poderia ser grande ou pequeno, grosso ou fino. Esse manto de Jesus, sendo ele judeu, provavelmente era um talit, tradicional xale de orações, símbolo de conexão espiritual, igualdade e lembrança dos mandamentos divinos da Torá. 
• Jesus também portava um cajado (*rabdos*, em grego). Salmo 23:4: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam." Para Jesus, o cajado teria sido uma ferramenta útil para oferecer apoio ao caminhar pelos terrenos acidentados da Judeia e da Galileia, e usado por pastores e viajantes ao longo do caminho, que se tornou símbolo para seus seguidores:
"Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas." (João 10:11)
NOTA:
Todo material disponibilizado na internet. Este compilado foi idealizado por este missivista, para efeito comparativo e historiográfico, entre o poder e o citadino comum, com Jesus integrado ao modelo do Império Romano à época!

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