sábado, 29 de agosto de 2026

MONSENHOR ANTONIO NIGRO JUNIOR, PÁROCO LONGEVO DA MATRIZ DE SANTO AMARO/SP

Antonio Nigro Junior nasceu na Cidade de São Paulo em 23 de dezembro de 1914.

Entrou para o “Seminário Menor Metropolitano da Diocese de São Paulo”, em Pirapora do Bom Jesus, dos cónegos regulares da Ordem Premonstratense . Depois cursou Filosofia e Teologia no Seminário Central Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo.




Ordenou-se em 8 de dezembro de 1942, no dia da festa litúrgica da Imaculada Conceição, tornando-se vigário da Paróquia Nossa Senhora das Graças, no bairro de Jabaquara, e mais tarde foi servir como pároco na cidade de Itapecerica da Serra.
Exerceu seu ministério paroquial por 37 anos, o mais longevo de Santo Amaro, iniciado em 22 de janeiro de 1959, na Matriz de Santo Amaro, anteriormente ocupada pelo padre Humberto Galbiati, por determinação do Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, arcebispo de arquidiocese de São Paulo.


Mantinha contato direto com o clero da região promovendo encontros mensais regulares na Casa do Missionário de Jesus Crucificado, no Capão Redondo, por vezes advertindo sobre os tempos de mudanças, orientando presbíteros novos e seminaristas.
Estava sempre disposto a servir nas celebrações, confissões e crismas dos jovens. Esteve sempre à frente dos festejos populares, em procissões e envios religiosos de romarias santamarenses.




Quando da criação da Diocese de Santo Amaro no ano de 1989, separada da Arquidiocese de São Paulo, o Monsenhor Antonio Nigro foi nomeado Vigário Geral, posição exercida até seu passamento terreno ocorrido em 30 de outubro de 1999.
Seu exemplo de sacerdócio a serviço de Cristo prevaleceu até seus últimos instantes e Santo Amaro teve a honra de ter um digno pastor de fé inabalável!
Nota:
Pode ser copiado à vontade, ninguém será ameaçado de processo, afinal, se foi despolitizado é para ser usado!

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo: 80 ANOS (1946-2026)

 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Fundada em 22 de agosto de 1946, a PUC-SP foi constituída originalmente da fusão da Faculdade Paulista de Direito com a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento, no antigo convento carmelita, no bairro de Perdizes, sendo oficializada por Decreto-Lei nº 9.632, recebeu o título de Pontifícia em 20 janeiro de 1947 pelo Papa Pio XII, que nomeou Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta como primeiro grão chanceler da instituição.












sábado, 22 de agosto de 2026

22 DE AGOSTO DIA DO FOLCLORE: AS ROMARIAS SÃO A ÚNICA TRADIÇÃO VIVA DE SANTO AMARO/SP

 (É mister reconhecimento como Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo!)

As romarias à Cidade de Pirapora de Bom Jesus acontecem nos meses de abril e maio com cortejo de adeptos cavaleiros em suas montarias, fato que se repete há anos saindo do antigo Largo São Sebastião, atual Largo Bonneville, em Santo Amaro, São Paulo.
São abnegados que mantêm a tradição e o folclore independente da expansão urbana pelos arrabaldes de Santo Amaro. Lá estão eles todos os anos buscando os que unem em laços de amizade:
As romarias de Santo Amaro!
Seguem à frente os andores e os estandartes que abrem a cerimônia, havendo no cortejo às representações do Bom Jesus, seguido, do santo padroeiro local, Santo Amaro, acompanhados da Virgem de Aparecida, Padroeira do Brasil.
Todos rumam à cidade de Pirapora, distante pouco mais de 50 quilômetros, com romeiros viajando de várias maneiras: charretes, montarias, bicicletas ou caminhado a pé para uma grande congregação na igreja Matriz de Pirapora para a missa solene, recebendo as bênçãos como prêmio máximo de tão fervorosa peregrinação!
A tradição continua mantida em todos os corações dos romeiros e está registrada ao longo do tempo, sendo essas romarias merecedoras do reconhecimento como Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo.
Esses senhores e senhoras em suas montarias buscam a proteção Divina, emanados com a mesma vontade de sempre, de estarem diante do sagrado unindo duas localidades, Pirapora e Santo Amaro, sendo que hoje, 22 de Agosto, comemora-se o Dia do Folclore, e que essa única tradição viva em Santo Amaro continue a abrilhantar o continuísmo histórico, seguido por futuras gerações já encaminhados pelos pais a trilharem o caminho da fé!
(Ilustração das Romarias deste ano de 2026...tudo junto e misturado)






















sábado, 15 de agosto de 2026

15 DE AGOSTO, DIA DE SÃO TARCISIO E OS COROINHAS DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA/SP

SÃO TARCISIO E OS COROINHAS DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA/SP

15 de agosto Dia São Tarcísio o “altar servers” ou “messdiener”, um servidor do altar, que na atualidade são os acólitos, palavra derivada do grego antigo ἀκόλουθος (akólouthos), que significa "seguidor" ou "assistente" sendo registro histórico mais antigo e seguro na década de 250 desta Era, em uma carta escrita pelo Papa São Cornélio.
O POR QUÊ DE CHAMÁ-LOS “COROINHAS”?
Na Igreja Católica, os acólitos, especialmente os não instituídos, são frequentemente crianças ou jovens que receberam a Primeira Comunhão.
No passado, os jovens cantores das paróquias que participavam do coro eram chamados “coroinhas”. Eles vestiam uma batina curta vermelha coberta por uma sobrepeliz branca.
O uso de cores fortes como o vermelho era comum nas vestes corais. O vermelho das vestes remete ao sangue de Cristo, o fogo do Espírito Santo e o testemunho dos mártires! (como São Tarcísio).
O Branco da Sobrepeliz representa a pureza de coração do jovem!
Tarcísio viveu no tempo do Império Romano de Valeriano, presume-se, entre os anos de 245 e 257, quando cristãos estavam sendo presos e condenados à morte. Nas prisões à espera do martírio, os cristãos condenados desejavam receber o Pão Eucarístico, mas o Papa Sisto II não sabia como fazê-lo!
O “servidor do altar” Tarcísio, com seus 12 anos de idade, ofereceu-se para a tarefa. O papa entregou numa caixinha de prata as hóstias que deviam servir como conforto aos próximos mártires. Tarcísio andando via Ápia,(estrada mais importante de Roma) foi questionado do que levava, e sem responder bateram nele sendo martirizado até a morte. Depois de morto, revistaram-lhe o corpo, nada achando com referência ao Sacramento de Cristo.
OS COROINHAS DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA/SP
Os coroinhas da Paróquia São Luiz Gonzaga foram instituídos por alguns abnegados que conseguiram lutar contra a influência de pessoas ligadas a paróquia inclusive que viveram das benesses, e que hoje um deles até veste a batina de consagrado e tendo de respaldo um que se beneficiou de toda a complacência em seus atos escusos!
Poucos acreditavam que poderia dar certo implantar o grupo de servidores do altar, mas deu, não por força e “insistência” de menos de meia dúzia de pessoas, mas porque Deus queria que acontecesse!
Foi nesse momento que espertalhões foram “envenenar” o padre, e quiseram assumir a colheita que não plantaram, e para espalhar a discórdia trouxeram a informação falsa que “o padre não queria meninas servindo o altar de coroinhas”!
Eles não contavam que esse missivista tivesse a coragem de ir perguntar se ele, o padre, tinha dado tão absurda diretriz!
O Demônio se reveste com uma roupa rasgada e deixa brechas da mentira, o padre desmentiu-os, dizendo não ter dado tal ordem, valendo a máxima: o Capeta faz, mas não consegue esconder!
Deste dia em diante, o foco era este missivista, eles não sabiam que o caminho já estava alicerçado, foram recolher a colheita que não plantaram e jamais lançaram novas sementes e depois de alguns meses abandonaram o arado!
Hoje o maior prêmio ofertado, é ver que mesmo contra as “pragas” existentes no plantio, vingou a colheita com novos frutos!!!