O QUE APRENDER
Quando Rousseau faz citação de que o indivíduo “pode não ter aberto nenhum livro, mas não deixa de conhecer sua ilha ate o último recanto”, demonstra o quão importante é o reconhecimento de seu próprio local natural. Assim fizeram Marc Bloch, expoente da “Escola dos Annales”, Henry Thoreau na sua cidadezinha rural de Concord, não se submetendo aos interesses governantes em sua desobediência civil, lutando para não ser enquadrado na submissão do poder desviante dos interesses comunitários.
Temos que transmitir a criança não as nossas vontades, tornando-os adultos mirins para gostarem de brinquedos nossos, castrando a infância, mas dar-lhes condições de criar suas próprias maneiras de evoluir no seu meio.
Querem instituir novo modelo educacional, como se houvesse algum satisfatório a nossos interesses, estipulando oito bilhões de reais em quatro anos, sem perguntarem ao povo brasileiro qual o modelo que nos interessa seguir. Abandonou-se todo sistema educacional ao estado de letargia, estado de pobreza, estado de miséria, estado de calamidade, estado de exclusão, estado de desinteresse que se chega à conclusão que o estado não nos faz a mínima falta, pois o “estado de direito” não deve ter “direito ao estado” quando é vetado e excludente. “Abaixo o estado” e suas regras impostas, não devem submeter-nos a “constituição cidadã” quando ela rege nossas obrigações e deveres constitucionais para servir o estado, mas não fornece direitos básicos mínimos.
Quando se prioriza o político e o econômico abandonando o social o resultado é à revolução. Sempre vão existir Bastilhas a serem derrubadas, locais de onde saem todas as organizações que irão requerer transformações, dos encarcerados que estão à “beira mar e os marginalizados” na sociedade. Uma parcela da sociedade submissa não lutará por transformações radicais, vão se sujeitar aquelas que ocorrem nas fimbrias do poder. Não admitamos de modo algum que sujeitem nossos filhos à miséria institucionalizada por 11 milhões de bolsas famílias. Devemos exigir educação digna, trabalho e renda para nosso desenvolvimento próprio, não nos sujeitando as aquisições até de nossas faculdades pelos interesses financeiros internacionais em nome de um liberalismo de via única.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
ESTRUTURALISMO SOCIAL E O ESPORTE
ESTRUTURALISMO SOCIAL E O ESPORTE
A estrutura comunitária não possui um dono, embora o poder queira estender seus interesses e se apoderar de seus “segredos”. Vamos citar um exemplo: em São Paulo, em bairros periféricos foram idealizados na década de 70 aproximadamente 250 campos de futebol em todo o município, que foram denominados Centros Desportivos Municipais, CDMs. Na época não eram áreas nobres de interesse imobiliário e do plano diretor da cidade. A mesma cresceu, expandindo suas garras a estes locais antes esquecidos, sufocando estas áreas de lazer, único reduto de atividades lúdicas de periferia. Agora, submetem estas áreas ao interesses burgueses implantando a higienização da cidade, como o acontecido na Cidade Jardim, atualmente área nobilíssima, acabando com o “Clube do Mé” para reverter benefícios particulares mudando o nome para “Parque do Povo”, subtraindo os campos de futebol onde se mantinham comunidades independentes desde 1948.
As comunidades não querem os “cercamentos” modelares ingleses, que adquirem áreas próximas destes locais, os mais caros por metro quadrado do país. Deles só queremos o esporte bretão, o futebol, disto vive as comunidades, um mínimo necessário de subsistência, sem interferência política de subprefeituras com implantação de sistemas de gabinete da secretaria municipal de esporte, financiado por meia dúzia de troféus para festivais em tempo de campanha política com faixas em alambrados com nome de candidato que submeteram nossos avós, depois nossos pais, e em pleno século 21 nos mesmos moldes do passado, querem submeter nossos filhos e no futuro nossos netos. Acorda povo, contra os corruptos e os corruptíveis, que nos oferecem as migalhas das riquezas que subvertem a dignidade humana.
A estrutura comunitária não possui um dono, embora o poder queira estender seus interesses e se apoderar de seus “segredos”. Vamos citar um exemplo: em São Paulo, em bairros periféricos foram idealizados na década de 70 aproximadamente 250 campos de futebol em todo o município, que foram denominados Centros Desportivos Municipais, CDMs. Na época não eram áreas nobres de interesse imobiliário e do plano diretor da cidade. A mesma cresceu, expandindo suas garras a estes locais antes esquecidos, sufocando estas áreas de lazer, único reduto de atividades lúdicas de periferia. Agora, submetem estas áreas ao interesses burgueses implantando a higienização da cidade, como o acontecido na Cidade Jardim, atualmente área nobilíssima, acabando com o “Clube do Mé” para reverter benefícios particulares mudando o nome para “Parque do Povo”, subtraindo os campos de futebol onde se mantinham comunidades independentes desde 1948.
As comunidades não querem os “cercamentos” modelares ingleses, que adquirem áreas próximas destes locais, os mais caros por metro quadrado do país. Deles só queremos o esporte bretão, o futebol, disto vive as comunidades, um mínimo necessário de subsistência, sem interferência política de subprefeituras com implantação de sistemas de gabinete da secretaria municipal de esporte, financiado por meia dúzia de troféus para festivais em tempo de campanha política com faixas em alambrados com nome de candidato que submeteram nossos avós, depois nossos pais, e em pleno século 21 nos mesmos moldes do passado, querem submeter nossos filhos e no futuro nossos netos. Acorda povo, contra os corruptos e os corruptíveis, que nos oferecem as migalhas das riquezas que subvertem a dignidade humana.
"MANDO"
"Mando"
Como vai?
Como Deus manda.
Mandar é o único que tem direito.
No pouco que se anda,
Sempre há alguém com jeito pra mandar.
“Ele” não dá ordens e nem as quer dar,
É o que menos quer falar.
Todos estão a mando d ‘um comando,
Seja um exército ou um bando,
O macaco manda na macaca,
O médico, no enfermeiro e sua maca,
Este na aprendiz enfermeira,
Que diz asneira medicinal.
O Papa manda no cardeal
Que por sua vez ordens no padre dá
O maestro executa o Dó, Ré, Mi, Fá
E manda no músico, este no instrumento.
A cozinheira manda na panela e no coentro.
O menino, o pipa manda ao vento.
O marido ciumento manda na patroa.
O vagabundo anda à toa.
Na janta manda o garçom.
Na jamanta em disparada fala a buzina em bom som.
Na privada quem manda? A latrina.
Quem manda na manada?
O cavalo de bela crina.
O pai no menino e na menina.
E no boné manda a cabeça.
E quem fala: PLANTA CRESÇA?
O biólogo? Não diga!!!
Quero vê-lo mandar com vara de condão:
“Faça-se um chuchu agora neste chão”.
Quem manda na briga?
O valentão, mas algumas vezes não é não.
E quem dá a diretriz numa reunião?
Quem manda na meretriz é o cafetão,
Afinal quem toma a decisão!
Quem comanda o batalhão
Que está pronto a intervir,
Para cumprir as ordens da nação.
Solta-se uma matilha de lobos esfomeados,
Cai-se na armadilha como uns bobos
E também somos mandados.
Como vai?
Como Deus manda.
Mandar é o único que tem direito.
No pouco que se anda,
Sempre há alguém com jeito pra mandar.
“Ele” não dá ordens e nem as quer dar,
É o que menos quer falar.
Todos estão a mando d ‘um comando,
Seja um exército ou um bando,
O macaco manda na macaca,
O médico, no enfermeiro e sua maca,
Este na aprendiz enfermeira,
Que diz asneira medicinal.
O Papa manda no cardeal
Que por sua vez ordens no padre dá
O maestro executa o Dó, Ré, Mi, Fá
E manda no músico, este no instrumento.
A cozinheira manda na panela e no coentro.
O menino, o pipa manda ao vento.
O marido ciumento manda na patroa.
O vagabundo anda à toa.
Na janta manda o garçom.
Na jamanta em disparada fala a buzina em bom som.
Na privada quem manda? A latrina.
Quem manda na manada?
O cavalo de bela crina.
O pai no menino e na menina.
E no boné manda a cabeça.
E quem fala: PLANTA CRESÇA?
O biólogo? Não diga!!!
Quero vê-lo mandar com vara de condão:
“Faça-se um chuchu agora neste chão”.
Quem manda na briga?
O valentão, mas algumas vezes não é não.
E quem dá a diretriz numa reunião?
Quem manda na meretriz é o cafetão,
Afinal quem toma a decisão!
Quem comanda o batalhão
Que está pronto a intervir,
Para cumprir as ordens da nação.
Solta-se uma matilha de lobos esfomeados,
Cai-se na armadilha como uns bobos
E também somos mandados.
NEOLIBERALISMO
NEOLIBERALISMO
Vemos tristemente as sujeições ao poder econômico internacional, que dita as demandas de produção aos interesses da globalização, sujeitando vários países a uma colonização eterna, e na qual incluímos tristemente nossa pátria como fornecedora da rica matéria prima existente no solo: nióbio, bauxita, ouro, minério de ferro, manganês enfim uma gama enorme de substratos, que enriquecem mais ainda as maiores potencias do globo e que denominam com o nome de liberalismo, liberar aquilo que lhes interessa como lucro imediato da circulação de mercadorias trocando nossas riquezas com quinquilharias.
Como expectador deste momento histórico, usado por um poder corrupto nacional que financiaram grandes multinacionais para projetar um desenvolvimento arcaico sem participação da população brasileira, inculta e bela, que não tem o direito de opinar nunca.
Chamam isto desenvolvimento, ordem e progresso, quando na verdade estão interessados, por exemplo, nas reservas de Carajás, e seu rico minério de ferro de alto teor (65%) e do monopólio da bauxita do Rio Trombetas (não mais que 5 empresas no mundo), material estratégico para estruturas leves de alumínio.
Estamos à mercê dos grandes capitais especulativos, o de produção não se encaixa neste processo somente se houver interesse das suas representações através de suas empresas, muitas das quais possuem lucros maiores que os PIB de muitos países.
Pensar em transformações, abolir o vício de levar vantagem em tudo, com pequenas causas quando somos espoliados nas grandes, ensejamos o fato discutindo o meio ambiente em acalorados debates nas grandes capitais quando a Amazônia pega fogo em terras que sem dúvida pertence a algum egrégio representante da nação, onde meia dúzia de peões são por aqueles comandados para empreitada criminosa. O caboclo não possui dinheiro para adquirir uma moto serra, caminhões para arrastar toras de árvores ao mercado estrangeiro, financiado pelo poder econômico, pelas oligarquias para empreitar a grilagem!
A política não pode e não deve envelhecer viciada pelos desvios humanos que mantém pela manipulação das massas uma escravidão silenciosa daqueles que um dia acreditaram poder edificar um grande país livre, não as manipulações oligárquicas dos que permanecem no poder com o modelo do passado.
Vemos tristemente as sujeições ao poder econômico internacional, que dita as demandas de produção aos interesses da globalização, sujeitando vários países a uma colonização eterna, e na qual incluímos tristemente nossa pátria como fornecedora da rica matéria prima existente no solo: nióbio, bauxita, ouro, minério de ferro, manganês enfim uma gama enorme de substratos, que enriquecem mais ainda as maiores potencias do globo e que denominam com o nome de liberalismo, liberar aquilo que lhes interessa como lucro imediato da circulação de mercadorias trocando nossas riquezas com quinquilharias.
Como expectador deste momento histórico, usado por um poder corrupto nacional que financiaram grandes multinacionais para projetar um desenvolvimento arcaico sem participação da população brasileira, inculta e bela, que não tem o direito de opinar nunca.
Chamam isto desenvolvimento, ordem e progresso, quando na verdade estão interessados, por exemplo, nas reservas de Carajás, e seu rico minério de ferro de alto teor (65%) e do monopólio da bauxita do Rio Trombetas (não mais que 5 empresas no mundo), material estratégico para estruturas leves de alumínio.
Estamos à mercê dos grandes capitais especulativos, o de produção não se encaixa neste processo somente se houver interesse das suas representações através de suas empresas, muitas das quais possuem lucros maiores que os PIB de muitos países.
Pensar em transformações, abolir o vício de levar vantagem em tudo, com pequenas causas quando somos espoliados nas grandes, ensejamos o fato discutindo o meio ambiente em acalorados debates nas grandes capitais quando a Amazônia pega fogo em terras que sem dúvida pertence a algum egrégio representante da nação, onde meia dúzia de peões são por aqueles comandados para empreitada criminosa. O caboclo não possui dinheiro para adquirir uma moto serra, caminhões para arrastar toras de árvores ao mercado estrangeiro, financiado pelo poder econômico, pelas oligarquias para empreitar a grilagem!
A política não pode e não deve envelhecer viciada pelos desvios humanos que mantém pela manipulação das massas uma escravidão silenciosa daqueles que um dia acreditaram poder edificar um grande país livre, não as manipulações oligárquicas dos que permanecem no poder com o modelo do passado.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
DESABAFO
DESABAFO
Há momentos que penso em largar tudo, e não lutar mais, por saber que o Estado brasileiro é mentiroso com tudo que cabe a ele fazer para mudar nossa realidade.
Já me ofertaram cargos, para silenciar minha fala, não aceito e não necessito do dinheiro que compre meu silêncio. Não preciso de poder, e não o quero.
Sonhar faz parte do show da vida, não concordo com a farsa dos governantes, que protegem o lado político e econômico deixando o social à mercê da miséria.
Vitor Hugo foi banido por Napoleão III, governante usurpador de direitos, mas não silenciou contra estes mentirosos, lobos transvestidos de cordeiros.
A câmara paulista foi renovada em 29%, a mais baixa do país, isso quer dizer que continuarão com o corporativismo.
Um vereador foi reeleito e está sendo condenado por desvios de verbas que pertencem à pobre nação, condenado a devolver o recurso roubado, protela com instâncias judiciais.
Gastaram verbas astronômicas nas eleições para perpetuar cargos, bem acima do que têm direito a perceber de salários, próximos de $ 9.000,00 mensais, em quatro anos.
Na educação, onde houve desvios de secretarias, continuará o jogo do atraso nesta área. Querem ser modernos com um sistema retrógrado e corrupto também nesta área.
A cúpula dos trâmites costumeiros perpetua o ditado "todo como dantes na terra de Abrantes": país rico em recursos naturais, mas com pobreza, sem investimento para tirar o povo da letargia.
Pergunto como vai ser a nação quando acabar os recursos naturais?
Banidos se candidataram para dirigir o destino da nação, e isto é considerado normal, aceito por tribunais manipulados por interesses escusos.
Desabafo, enfim, mas não desisto de combater este Estado corrupto.
Não precisamos de paternalismo, só do que nos pertence naturalmente.
Minhas mensagens não são bonitas, são reflexões de nossa miséria cotidiana, que insistem em jogar por baixo do tapete a sujeira, que nunca limpam.
Não a preservação das ditaduras de cargos políticos. Sou a favor de somente dois mandatos para todo tipo de cargo político, se não consegue mudar nada em oito anos, dê espaço para outro cidadão, com outras idéias.
Sou a favor de requererem antecedentes destes que querem mudar o país, pois qualquer emprego exige bons antecedentes, por que não exigir para cargos políticos?
Sou a favor de não obrigatoriedade do sufrágio, somos forçados a participar desta farsa, com o risco de sermos punidos, e não os mentirosos que enganam em benefício próprio.
Isonomia serve para todos, ou não é uma verdadeira democracia, afinal temos verdade como compromisso?
Há momentos que penso em largar tudo, e não lutar mais, por saber que o Estado brasileiro é mentiroso com tudo que cabe a ele fazer para mudar nossa realidade.
Já me ofertaram cargos, para silenciar minha fala, não aceito e não necessito do dinheiro que compre meu silêncio. Não preciso de poder, e não o quero.
Sonhar faz parte do show da vida, não concordo com a farsa dos governantes, que protegem o lado político e econômico deixando o social à mercê da miséria.
Vitor Hugo foi banido por Napoleão III, governante usurpador de direitos, mas não silenciou contra estes mentirosos, lobos transvestidos de cordeiros.
A câmara paulista foi renovada em 29%, a mais baixa do país, isso quer dizer que continuarão com o corporativismo.
Um vereador foi reeleito e está sendo condenado por desvios de verbas que pertencem à pobre nação, condenado a devolver o recurso roubado, protela com instâncias judiciais.
Gastaram verbas astronômicas nas eleições para perpetuar cargos, bem acima do que têm direito a perceber de salários, próximos de $ 9.000,00 mensais, em quatro anos.
Na educação, onde houve desvios de secretarias, continuará o jogo do atraso nesta área. Querem ser modernos com um sistema retrógrado e corrupto também nesta área.
A cúpula dos trâmites costumeiros perpetua o ditado "todo como dantes na terra de Abrantes": país rico em recursos naturais, mas com pobreza, sem investimento para tirar o povo da letargia.
Pergunto como vai ser a nação quando acabar os recursos naturais?
Banidos se candidataram para dirigir o destino da nação, e isto é considerado normal, aceito por tribunais manipulados por interesses escusos.
Desabafo, enfim, mas não desisto de combater este Estado corrupto.
Não precisamos de paternalismo, só do que nos pertence naturalmente.
Minhas mensagens não são bonitas, são reflexões de nossa miséria cotidiana, que insistem em jogar por baixo do tapete a sujeira, que nunca limpam.
Não a preservação das ditaduras de cargos políticos. Sou a favor de somente dois mandatos para todo tipo de cargo político, se não consegue mudar nada em oito anos, dê espaço para outro cidadão, com outras idéias.
Sou a favor de requererem antecedentes destes que querem mudar o país, pois qualquer emprego exige bons antecedentes, por que não exigir para cargos políticos?
Sou a favor de não obrigatoriedade do sufrágio, somos forçados a participar desta farsa, com o risco de sermos punidos, e não os mentirosos que enganam em benefício próprio.
Isonomia serve para todos, ou não é uma verdadeira democracia, afinal temos verdade como compromisso?
sábado, 11 de outubro de 2008
Onde está o Estado?
Onde está o Estado? Encolhido e atônito com o desmantelamento econômico americano, em algum Q.G., procurando a solução naquilo que plantaram ao longo dos anos a fio: o descaso com o povo, e não é culpa de um governo, mas de todos, pois a base oligárquica é permanente.
A incompetência de deputados e vereadores emperrando projetos de leis, ou aprovando medidas absurdamente tacanhas (dia do saci!), expondo na mídia a sua autopromoção como sendo “pais de alguma coisa”.
Foi dada autoridade por um contrato social, no sufrágio universal, e estão lá para tomar decisões, não fazem mais do que é sua obrigação.
Deveríamos ser livres da obrigatoriedade do voto, “cidadania imposta”, uma exigência da participação que é por si uma arbitrariedade de “nossa demo-cracia”, diferente de tantas outras, somos diferentes em tudo, infelizmente sempre escolhemos errado, naquilo que não é a melhor solução.
Dizem sermos o mais moderno sistema eleitoral existente, mas isto poderia ser feito com custo menor em máquinas bancarias, pois as mesmas até “conversam” com o usuário, afinal os bancos, maior símbolo do capitalismo, ficariam satisfeitos pelo lucro oferecido, pois são as instituições mais rentáveis do Brasil, e não a produção!
Por que fazer eleições de dois em dois anos? Por que não trocam tudo duma vez, com uma única despesa, e assumindo novos administradores (presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores) de quatro em quatro anos?
Sem contar que o título de eleitor é um documento precário, que não define que o indivíduo que tem sua posse é o próprio, não possui foto! A fraude é sempre latente.
Existe um “cacicado oligárquico” que não permite transformações fornecendo direitos aos seus próprios proventos, amam por demais o país quando bem remunerados.
Não há participação coletiva, e a mesma mídia que retrata todo este despreparo do Estado, relata que as duas grandes vítimas desse processo e que estão à mercê da violência são a população e o policial de infantaria, protetores do econômico.
Houve um afastamento natural entre população e policial, guardião da ordem pública. Há algum tempo expusemos a ineficiência dos conselhos de segurança sem participação efetiva da população. O policial está distanciado da comunidade, e até aquele que serve determinada região, não pertence ao meio, vindo de outra comunidade, dando campo de ação ao criminoso, para emboscá-lo.
Por que não terceirizam os presídios? Privatizem a segurança como fazem com as riquezas do país já que os governos são péssimos administradores, com ingerências impostas.
Fica a indignação de observar os fatos e que historicamente somos sempre tolhidos em nossa liberdade. O Estado deve prover leis, sem corrupção de princípios, para não arruinar a si próprio, com a eficácia do legislativo, executivo e judiciário, vindas do supremo dever de defender a liberdade.
Vamos torcer pelo Brasil! Gooooooooooooool!
A incompetência de deputados e vereadores emperrando projetos de leis, ou aprovando medidas absurdamente tacanhas (dia do saci!), expondo na mídia a sua autopromoção como sendo “pais de alguma coisa”.
Foi dada autoridade por um contrato social, no sufrágio universal, e estão lá para tomar decisões, não fazem mais do que é sua obrigação.
Deveríamos ser livres da obrigatoriedade do voto, “cidadania imposta”, uma exigência da participação que é por si uma arbitrariedade de “nossa demo-cracia”, diferente de tantas outras, somos diferentes em tudo, infelizmente sempre escolhemos errado, naquilo que não é a melhor solução.
Dizem sermos o mais moderno sistema eleitoral existente, mas isto poderia ser feito com custo menor em máquinas bancarias, pois as mesmas até “conversam” com o usuário, afinal os bancos, maior símbolo do capitalismo, ficariam satisfeitos pelo lucro oferecido, pois são as instituições mais rentáveis do Brasil, e não a produção!
Por que fazer eleições de dois em dois anos? Por que não trocam tudo duma vez, com uma única despesa, e assumindo novos administradores (presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores) de quatro em quatro anos?
Sem contar que o título de eleitor é um documento precário, que não define que o indivíduo que tem sua posse é o próprio, não possui foto! A fraude é sempre latente.
Existe um “cacicado oligárquico” que não permite transformações fornecendo direitos aos seus próprios proventos, amam por demais o país quando bem remunerados.
Não há participação coletiva, e a mesma mídia que retrata todo este despreparo do Estado, relata que as duas grandes vítimas desse processo e que estão à mercê da violência são a população e o policial de infantaria, protetores do econômico.
Houve um afastamento natural entre população e policial, guardião da ordem pública. Há algum tempo expusemos a ineficiência dos conselhos de segurança sem participação efetiva da população. O policial está distanciado da comunidade, e até aquele que serve determinada região, não pertence ao meio, vindo de outra comunidade, dando campo de ação ao criminoso, para emboscá-lo.
Por que não terceirizam os presídios? Privatizem a segurança como fazem com as riquezas do país já que os governos são péssimos administradores, com ingerências impostas.
Fica a indignação de observar os fatos e que historicamente somos sempre tolhidos em nossa liberdade. O Estado deve prover leis, sem corrupção de princípios, para não arruinar a si próprio, com a eficácia do legislativo, executivo e judiciário, vindas do supremo dever de defender a liberdade.
Vamos torcer pelo Brasil! Gooooooooooooool!
BRASIL OBSOLETO
SISTEMA EDUCACIONAL
O Brasil esta promovendo o “Plano de Desenvolvimento da Educação” (PDE), que já foi apresentado a grandes bancos e empresas. Este projeto estabelece um sistema de metas a ser alcançado com avaliações e cobranças de resultados nas escolas de todo país.
O Ministério da Educação terá que se adequar às exigências determinadas, se quiser acompanhar outros países. Grandes dificuldades políticas e administrativas devem ser equacionadas pelas comissões como o “Grupo de Institutos, Fundações e Empresas” (GIFE), que deverá reconhecer as propostas para formar um pacto entre as partes de governo e de empresas para priorizar a política de Estado, no caso o da educação.
0bservando o exposto acima, que teve divulgação tímida na mídia, observa-se que há uma preocupação com a produção do país, estagnada por quase três décadas, com uma estrutura obsoleta onde o povo não participa do decisório, onde as decisões restringem-se a política de governo, não de Estado, e política econômica.
Em momento algum há citação de melhorias na política social e seus reflexos são visíveis na desqualificação profissional que é usada no desenvolvimento do país, obrigando aceitar qualificação estrangeira, a altos salários, para “vender” e “tropicalizando” uma tecnologia obsoleta, numa adaptação frenética daquilo que não é útil ao nosso desenvolvimento e independência.
Querem solucionar problemas sem a participação popular e em desespero de causa pelo atraso tecnológico, gastam sem limites e sem controle, reflexo do sucateamento da educação.
Fica registrado sábio conselho, que o alicerce deve ser o mais resistente possível para sustentar a casa.
O Brasil não possui a base deste alicerce, a educação!
O Brasil esta promovendo o “Plano de Desenvolvimento da Educação” (PDE), que já foi apresentado a grandes bancos e empresas. Este projeto estabelece um sistema de metas a ser alcançado com avaliações e cobranças de resultados nas escolas de todo país.
O Ministério da Educação terá que se adequar às exigências determinadas, se quiser acompanhar outros países. Grandes dificuldades políticas e administrativas devem ser equacionadas pelas comissões como o “Grupo de Institutos, Fundações e Empresas” (GIFE), que deverá reconhecer as propostas para formar um pacto entre as partes de governo e de empresas para priorizar a política de Estado, no caso o da educação.
0bservando o exposto acima, que teve divulgação tímida na mídia, observa-se que há uma preocupação com a produção do país, estagnada por quase três décadas, com uma estrutura obsoleta onde o povo não participa do decisório, onde as decisões restringem-se a política de governo, não de Estado, e política econômica.
Em momento algum há citação de melhorias na política social e seus reflexos são visíveis na desqualificação profissional que é usada no desenvolvimento do país, obrigando aceitar qualificação estrangeira, a altos salários, para “vender” e “tropicalizando” uma tecnologia obsoleta, numa adaptação frenética daquilo que não é útil ao nosso desenvolvimento e independência.
Querem solucionar problemas sem a participação popular e em desespero de causa pelo atraso tecnológico, gastam sem limites e sem controle, reflexo do sucateamento da educação.
Fica registrado sábio conselho, que o alicerce deve ser o mais resistente possível para sustentar a casa.
O Brasil não possui a base deste alicerce, a educação!
POLÍTICA E CONTROLE
COMO A POLÍTICA CONTROLA AS COMUNIDADES
Quem acreditar que a burguesia é estúpida tem um olhar distorcido de sua capacidade em manter seu controle com uma genialidade em construir “máquinas de poder”. Reforçam e modificam os dispositivos de poder, sempre móvel, mobilizante, em movimento constante, nunca inerte. O poder da burguesia se reproduz, não por conservação, mas por transformações sucessivas. Usam as próprias estruturas das instituições para controle através de lideranças em comunidades com a vigilância e enquadramento por setores de obediência.
O que indigna no sistema do estruturalismo do poder é a capacidade que possuem de lançar uns contra os outros e manter a perspicácia de serem os detentores da ordem usando recursos repressivos que dispõem, apaziguando o que eles mesmos instituíram, a violência. O que é mais impressionante nesta relação é que conseguem redimir o Estado agressor que se torna vítima, cumpridores do dever e a serviço da ordem pública.
“Para tornar feliz a sociedade e manter as pessoas acomodadas sob as circunstâncias mais dificultosas, é necessário que um grande número delas seja, além de pobres, ignorantes” (WILLIANS, Raymond. O Campo e a Cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.).
Temos o direito de cobrar o que nos falta, e a primeira cobrança é dignidade e respeito!
Quem acreditar que a burguesia é estúpida tem um olhar distorcido de sua capacidade em manter seu controle com uma genialidade em construir “máquinas de poder”. Reforçam e modificam os dispositivos de poder, sempre móvel, mobilizante, em movimento constante, nunca inerte. O poder da burguesia se reproduz, não por conservação, mas por transformações sucessivas. Usam as próprias estruturas das instituições para controle através de lideranças em comunidades com a vigilância e enquadramento por setores de obediência.
O que indigna no sistema do estruturalismo do poder é a capacidade que possuem de lançar uns contra os outros e manter a perspicácia de serem os detentores da ordem usando recursos repressivos que dispõem, apaziguando o que eles mesmos instituíram, a violência. O que é mais impressionante nesta relação é que conseguem redimir o Estado agressor que se torna vítima, cumpridores do dever e a serviço da ordem pública.
“Para tornar feliz a sociedade e manter as pessoas acomodadas sob as circunstâncias mais dificultosas, é necessário que um grande número delas seja, além de pobres, ignorantes” (WILLIANS, Raymond. O Campo e a Cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.).
Temos o direito de cobrar o que nos falta, e a primeira cobrança é dignidade e respeito!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Eleições Municipais para Vereador
Assentou a Poeira das Eleições Municipais para Vereador!
Ontem, 08 de outubro, na Universidade PUC/SP, o professor Rago, de “História e Arte”, perguntou qual tinha sido meu “desempenho” na eleição municipal de São Paulo.
Falei que tinha sido excelente, pela minha proposta, e que conseguia visualizar e provar pelos fatos, que o vereador gastando R$15,00 por voto teria 100% de chance de ser eleito.
Não é nenhum cálculo dos maiores matemáticos do mundo, é usar a lei de São Francisco, dar e receber!
A mídia paulistana estampou este reflexo dizendo que a maioria das cadeiras, da Câmara Municipal Paulista, não teria grandes surpresas, e realmente este quadro era visível e real.
Mudar para que, para que votar no desconhecido?
Vota-se no que já está lá, mesmo provando que a corrupção é latente e haja desvio de verba pública. Não tem como provar que aconteçam estes fatos, ninguém aceita cheque!
Pode-se analisar que o "Poder Central da Câmara Municipal", a espinha dorsal, permaneceu intocável, e que a ditadura da Câmara Municipal perdurará.
Os empreiteiros, atrelados a política, expandem seus negócios na Capital, loteiam como lhe apraz as obras públicas e os cargos.
Exemplo da malversação do dinheiro público foram as reformas nos campos de futebol da periferia, em cima da hora das eleições. Pedimos os termos das licitações e até a presente data, nada chegou!
Quem ganhou a licitação, qual o custo destas obras?
Negam informação ao cidadão, aquele que vive na cidade, e temos que concordar com o "estado de bem estar social", balançando a cabeça e aceitando a incompetência do Estado, em todas as esferas.
O professor Rago, extremamente esclarecido, e um dos mais lúcidos professores da Universidade, e pelo qual tenho maior respeito, não sabia que a eleição municipal era também objeto de pesquisa, como, por exemplo, as reações de professores, que são intelectuais, da renomada academia paulista.
Mostraram indecisão, (não foi o caso do citado Mestre, que sempre demonstrou seu posicionamento ) desconhecendo a legenda, estatutos, da esquerda que defendiam.
Uma delas, de um gabarito profissional surpreendente em sua cátedra, disse para outro professor, nos corredores, que não votava em ninguém. Direito seu, que eu considero legítimo, mas não expôs suas intenções quando eu a interpelei. Seria justo ela ter suas razões para agir como tal, e não esboçar sorriso de falsa aceitação.
Desculpe-me o deslize: o voto é secreto e nos corredores pode expor, senão caracteriza a ditadura, e a livre expressão do indivíduo deve ser inabalável!
Muitos dançaram a valsa dos intelectuais, cada qual com suas preferências. Não forcei meu voto, conversei um a um, primeiro porque eu não tinha grana para fazer “pirografia” dos investidores políticos, e depois, as pessoas de convívio social e que de algum modo estavam diretamente ligadas a mim precisavam entender o que eu propunha. Fui um pouco tímido, pois eu tenho receio de entrar na individualidade de cada pessoa, e isto eu respeito muito.
Houve uma jovem estudante da PUC/SP, que eu conheço do Jardim São Luiz, minha comunidade, que disse: "Eu queria tanto votar em você mas..............." Eu fiquei em dúvida, e não consegui decifrar até agora o que era "mas".
Outra disse estar desiludida, mas desilusão pode advir de muitas coisas, não de quatro em quatro anos quando ela poderia lutar pelas transformações, ou já que é da pseudo-esquerda, que não acredito, empunhe a bandeira da “re-evolução”, e, aja como tal!
Votar em alguém desconhecido também pode ser uma “furada”, pois caráter não está escrito na testa de ninguém.
Eu estou deveras muito contente de ter recebido um voto de confiança de aproximadamente 600 pessoas, e isto tem para mim uma enorme importância, pela confiança depositada, afinal penso como o fato social político é um campo fértil das relações das transformações.
Eu só tenho que estar grato, e não fazer como os leprosos curados por Deus e não voltar para agradecer a cura, no meu caso seu voto!
Obrigado pela confiança!
Ontem, 08 de outubro, na Universidade PUC/SP, o professor Rago, de “História e Arte”, perguntou qual tinha sido meu “desempenho” na eleição municipal de São Paulo.
Falei que tinha sido excelente, pela minha proposta, e que conseguia visualizar e provar pelos fatos, que o vereador gastando R$15,00 por voto teria 100% de chance de ser eleito.
Não é nenhum cálculo dos maiores matemáticos do mundo, é usar a lei de São Francisco, dar e receber!
A mídia paulistana estampou este reflexo dizendo que a maioria das cadeiras, da Câmara Municipal Paulista, não teria grandes surpresas, e realmente este quadro era visível e real.
Mudar para que, para que votar no desconhecido?
Vota-se no que já está lá, mesmo provando que a corrupção é latente e haja desvio de verba pública. Não tem como provar que aconteçam estes fatos, ninguém aceita cheque!
Pode-se analisar que o "Poder Central da Câmara Municipal", a espinha dorsal, permaneceu intocável, e que a ditadura da Câmara Municipal perdurará.
Os empreiteiros, atrelados a política, expandem seus negócios na Capital, loteiam como lhe apraz as obras públicas e os cargos.
Exemplo da malversação do dinheiro público foram as reformas nos campos de futebol da periferia, em cima da hora das eleições. Pedimos os termos das licitações e até a presente data, nada chegou!
Quem ganhou a licitação, qual o custo destas obras?
Negam informação ao cidadão, aquele que vive na cidade, e temos que concordar com o "estado de bem estar social", balançando a cabeça e aceitando a incompetência do Estado, em todas as esferas.
O professor Rago, extremamente esclarecido, e um dos mais lúcidos professores da Universidade, e pelo qual tenho maior respeito, não sabia que a eleição municipal era também objeto de pesquisa, como, por exemplo, as reações de professores, que são intelectuais, da renomada academia paulista.
Mostraram indecisão, (não foi o caso do citado Mestre, que sempre demonstrou seu posicionamento ) desconhecendo a legenda, estatutos, da esquerda que defendiam.
Uma delas, de um gabarito profissional surpreendente em sua cátedra, disse para outro professor, nos corredores, que não votava em ninguém. Direito seu, que eu considero legítimo, mas não expôs suas intenções quando eu a interpelei. Seria justo ela ter suas razões para agir como tal, e não esboçar sorriso de falsa aceitação.
Desculpe-me o deslize: o voto é secreto e nos corredores pode expor, senão caracteriza a ditadura, e a livre expressão do indivíduo deve ser inabalável!
Muitos dançaram a valsa dos intelectuais, cada qual com suas preferências. Não forcei meu voto, conversei um a um, primeiro porque eu não tinha grana para fazer “pirografia” dos investidores políticos, e depois, as pessoas de convívio social e que de algum modo estavam diretamente ligadas a mim precisavam entender o que eu propunha. Fui um pouco tímido, pois eu tenho receio de entrar na individualidade de cada pessoa, e isto eu respeito muito.
Houve uma jovem estudante da PUC/SP, que eu conheço do Jardim São Luiz, minha comunidade, que disse: "Eu queria tanto votar em você mas..............." Eu fiquei em dúvida, e não consegui decifrar até agora o que era "mas".
Outra disse estar desiludida, mas desilusão pode advir de muitas coisas, não de quatro em quatro anos quando ela poderia lutar pelas transformações, ou já que é da pseudo-esquerda, que não acredito, empunhe a bandeira da “re-evolução”, e, aja como tal!
Votar em alguém desconhecido também pode ser uma “furada”, pois caráter não está escrito na testa de ninguém.
Eu estou deveras muito contente de ter recebido um voto de confiança de aproximadamente 600 pessoas, e isto tem para mim uma enorme importância, pela confiança depositada, afinal penso como o fato social político é um campo fértil das relações das transformações.
Eu só tenho que estar grato, e não fazer como os leprosos curados por Deus e não voltar para agradecer a cura, no meu caso seu voto!
Obrigado pela confiança!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
SAÚDE S/A
“SAÚDE SOCIEDADE ANÔNIMA”
Poderíamos manter-nos silenciados como tantos da população brasileira, que se comportam resignados e subordinados a uma qualidade de saúde precária, mantida por placebos e um atendimento de “isto não é comigo”.
O que está expresso faz parte de mazelas observadas no sistema precário da saúde, e o reflexo de todo descaso que há no Sistema Único de Saúde, Programa da Saúde da Família (com todo esforço das agentes), Assistência Médica Ambulatorial, (AMAs), ou hospitais que aparentando qualidade são como “bela viola, bonita por fora, vazia por dentro”.
Os Hospitais municipais, na zona sul, são administrados pela economia privada.
Assistência Médica Ambulatorial (AMA)
O objetivo das AMAs é ampliar o acesso de pacientes que necessitam de atendimento imediato, racionalizar, organizar e estabelecer o fluxo de pacientes para as Unidades Básicas de Saúde, Ambulatórios de Especialidades e Hospitais. A gestão das AMAs (CEJAM) está sendo compartilhada entre o Sistema Municipal com parceiros públicos ou privados. Os recursos humanos, adequação física, aquisição de equipamentos e mobiliários são responsabilidade dos parceiros (Organizações de Saúde), por meio de convênio, com metas pré-estabelecidas. Os insumos serão de responsabilidade de Sistema Municipal de Saúde. Aparentemente perfeito aos olhos da população que infelizmente usam o recurso da saúde, falho e precário!
Saúde, “Sociedade Anônima”
Há que se questionar o modelo atrasado do sistema de saúde, e por ser um “sistema” já mostra toda sua complexidade deste labirinto de articulações incompreensíveis. Devido aos fatos da ineficiência da saúde, em todas as esferas compete perguntar aos especialistas da área administrativa da saúde:
Como é realizado o controle destas organizações de saúde?
Como são pagos os serviços prestados?
Como é feita a administração e fiscalização destes recursos?
Existe uma meta de produção “per capita”, ou seja, número de pacientes atendidos?
Há, ou não, uma mercantilização da saúde pública, prevendo uma privatização futura?
O profissional da área é valorizado ou segue regras de um sistema econômico da saúde?
Os conselhos gestores têm autonomia, ou são marionetes para aceitar decisões?
Exemplo real
Os hospitais municipais da zona sul em atendimentos de emergência no setor de ortopedia nunca possuem médicos de atendimento na porta (consultórios existem, mas sempre fechados para estes casos).
Os pacientes que necessitem de consultas não conseguem, e aqueles que são operados por estes hospitais não têm acompanhamento nestes hospitais em que fizeram a cirurgia. Os pacientes são enviados para prontos socorros, de funções de emergências, tanto do Regional Sul quanto da Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro.
Este é o atendimento do paciente que por ventura necessite dos préstimos deste jogo que se inicia nas Unidades Básicas de Saúde, passa pela Assistência Médica Ambulatorial, que por sua vez requer exames de um laboratório terceirizado, enviados para especialidade no Itaim Paulista, quatro horas de viagem de transporte coletivo, somente ida. Há um trâmite cansativo para o paciente.
Em último caso fará uma cirurgia programada, e circulará em algum pronto socorro para acompanhamento de um setor que não realizou a cirurgia.
Haja paciência do paciente, que pagou adiantado!
Poderíamos manter-nos silenciados como tantos da população brasileira, que se comportam resignados e subordinados a uma qualidade de saúde precária, mantida por placebos e um atendimento de “isto não é comigo”.
O que está expresso faz parte de mazelas observadas no sistema precário da saúde, e o reflexo de todo descaso que há no Sistema Único de Saúde, Programa da Saúde da Família (com todo esforço das agentes), Assistência Médica Ambulatorial, (AMAs), ou hospitais que aparentando qualidade são como “bela viola, bonita por fora, vazia por dentro”.
Os Hospitais municipais, na zona sul, são administrados pela economia privada.
Assistência Médica Ambulatorial (AMA)
O objetivo das AMAs é ampliar o acesso de pacientes que necessitam de atendimento imediato, racionalizar, organizar e estabelecer o fluxo de pacientes para as Unidades Básicas de Saúde, Ambulatórios de Especialidades e Hospitais. A gestão das AMAs (CEJAM) está sendo compartilhada entre o Sistema Municipal com parceiros públicos ou privados. Os recursos humanos, adequação física, aquisição de equipamentos e mobiliários são responsabilidade dos parceiros (Organizações de Saúde), por meio de convênio, com metas pré-estabelecidas. Os insumos serão de responsabilidade de Sistema Municipal de Saúde. Aparentemente perfeito aos olhos da população que infelizmente usam o recurso da saúde, falho e precário!
Saúde, “Sociedade Anônima”
Há que se questionar o modelo atrasado do sistema de saúde, e por ser um “sistema” já mostra toda sua complexidade deste labirinto de articulações incompreensíveis. Devido aos fatos da ineficiência da saúde, em todas as esferas compete perguntar aos especialistas da área administrativa da saúde:
Como é realizado o controle destas organizações de saúde?
Como são pagos os serviços prestados?
Como é feita a administração e fiscalização destes recursos?
Existe uma meta de produção “per capita”, ou seja, número de pacientes atendidos?
Há, ou não, uma mercantilização da saúde pública, prevendo uma privatização futura?
O profissional da área é valorizado ou segue regras de um sistema econômico da saúde?
Os conselhos gestores têm autonomia, ou são marionetes para aceitar decisões?
Exemplo real
Os hospitais municipais da zona sul em atendimentos de emergência no setor de ortopedia nunca possuem médicos de atendimento na porta (consultórios existem, mas sempre fechados para estes casos).
Os pacientes que necessitem de consultas não conseguem, e aqueles que são operados por estes hospitais não têm acompanhamento nestes hospitais em que fizeram a cirurgia. Os pacientes são enviados para prontos socorros, de funções de emergências, tanto do Regional Sul quanto da Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro.
Este é o atendimento do paciente que por ventura necessite dos préstimos deste jogo que se inicia nas Unidades Básicas de Saúde, passa pela Assistência Médica Ambulatorial, que por sua vez requer exames de um laboratório terceirizado, enviados para especialidade no Itaim Paulista, quatro horas de viagem de transporte coletivo, somente ida. Há um trâmite cansativo para o paciente.
Em último caso fará uma cirurgia programada, e circulará em algum pronto socorro para acompanhamento de um setor que não realizou a cirurgia.
Haja paciência do paciente, que pagou adiantado!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
