DESABAFO
Há momentos que penso em largar tudo, e não lutar mais, por saber que o Estado brasileiro é mentiroso com tudo que cabe a ele fazer para mudar nossa realidade.
Já me ofertaram cargos, para silenciar minha fala, não aceito e não necessito do dinheiro que compre meu silêncio. Não preciso de poder, e não o quero.
Sonhar faz parte do show da vida, não concordo com a farsa dos governantes, que protegem o lado político e econômico deixando o social à mercê da miséria.
Vitor Hugo foi banido por Napoleão III, governante usurpador de direitos, mas não silenciou contra estes mentirosos, lobos transvestidos de cordeiros.
A câmara paulista foi renovada em 29%, a mais baixa do país, isso quer dizer que continuarão com o corporativismo.
Um vereador foi reeleito e está sendo condenado por desvios de verbas que pertencem à pobre nação, condenado a devolver o recurso roubado, protela com instâncias judiciais.
Gastaram verbas astronômicas nas eleições para perpetuar cargos, bem acima do que têm direito a perceber de salários, próximos de $ 9.000,00 mensais, em quatro anos.
Na educação, onde houve desvios de secretarias, continuará o jogo do atraso nesta área. Querem ser modernos com um sistema retrógrado e corrupto também nesta área.
A cúpula dos trâmites costumeiros perpetua o ditado "todo como dantes na terra de Abrantes": país rico em recursos naturais, mas com pobreza, sem investimento para tirar o povo da letargia.
Pergunto como vai ser a nação quando acabar os recursos naturais?
Banidos se candidataram para dirigir o destino da nação, e isto é considerado normal, aceito por tribunais manipulados por interesses escusos.
Desabafo, enfim, mas não desisto de combater este Estado corrupto.
Não precisamos de paternalismo, só do que nos pertence naturalmente.
Minhas mensagens não são bonitas, são reflexões de nossa miséria cotidiana, que insistem em jogar por baixo do tapete a sujeira, que nunca limpam.
Não a preservação das ditaduras de cargos políticos. Sou a favor de somente dois mandatos para todo tipo de cargo político, se não consegue mudar nada em oito anos, dê espaço para outro cidadão, com outras idéias.
Sou a favor de requererem antecedentes destes que querem mudar o país, pois qualquer emprego exige bons antecedentes, por que não exigir para cargos políticos?
Sou a favor de não obrigatoriedade do sufrágio, somos forçados a participar desta farsa, com o risco de sermos punidos, e não os mentirosos que enganam em benefício próprio.
Isonomia serve para todos, ou não é uma verdadeira democracia, afinal temos verdade como compromisso?
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
Onde está o Estado?
Onde está o Estado? Encolhido e atônito com o desmantelamento econômico americano, em algum Q.G., procurando a solução naquilo que plantaram ao longo dos anos a fio: o descaso com o povo, e não é culpa de um governo, mas de todos, pois a base oligárquica é permanente.
A incompetência de deputados e vereadores emperrando projetos de leis, ou aprovando medidas absurdamente tacanhas (dia do saci!), expondo na mídia a sua autopromoção como sendo “pais de alguma coisa”.
Foi dada autoridade por um contrato social, no sufrágio universal, e estão lá para tomar decisões, não fazem mais do que é sua obrigação.
Deveríamos ser livres da obrigatoriedade do voto, “cidadania imposta”, uma exigência da participação que é por si uma arbitrariedade de “nossa demo-cracia”, diferente de tantas outras, somos diferentes em tudo, infelizmente sempre escolhemos errado, naquilo que não é a melhor solução.
Dizem sermos o mais moderno sistema eleitoral existente, mas isto poderia ser feito com custo menor em máquinas bancarias, pois as mesmas até “conversam” com o usuário, afinal os bancos, maior símbolo do capitalismo, ficariam satisfeitos pelo lucro oferecido, pois são as instituições mais rentáveis do Brasil, e não a produção!
Por que fazer eleições de dois em dois anos? Por que não trocam tudo duma vez, com uma única despesa, e assumindo novos administradores (presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores) de quatro em quatro anos?
Sem contar que o título de eleitor é um documento precário, que não define que o indivíduo que tem sua posse é o próprio, não possui foto! A fraude é sempre latente.
Existe um “cacicado oligárquico” que não permite transformações fornecendo direitos aos seus próprios proventos, amam por demais o país quando bem remunerados.
Não há participação coletiva, e a mesma mídia que retrata todo este despreparo do Estado, relata que as duas grandes vítimas desse processo e que estão à mercê da violência são a população e o policial de infantaria, protetores do econômico.
Houve um afastamento natural entre população e policial, guardião da ordem pública. Há algum tempo expusemos a ineficiência dos conselhos de segurança sem participação efetiva da população. O policial está distanciado da comunidade, e até aquele que serve determinada região, não pertence ao meio, vindo de outra comunidade, dando campo de ação ao criminoso, para emboscá-lo.
Por que não terceirizam os presídios? Privatizem a segurança como fazem com as riquezas do país já que os governos são péssimos administradores, com ingerências impostas.
Fica a indignação de observar os fatos e que historicamente somos sempre tolhidos em nossa liberdade. O Estado deve prover leis, sem corrupção de princípios, para não arruinar a si próprio, com a eficácia do legislativo, executivo e judiciário, vindas do supremo dever de defender a liberdade.
Vamos torcer pelo Brasil! Gooooooooooooool!
A incompetência de deputados e vereadores emperrando projetos de leis, ou aprovando medidas absurdamente tacanhas (dia do saci!), expondo na mídia a sua autopromoção como sendo “pais de alguma coisa”.
Foi dada autoridade por um contrato social, no sufrágio universal, e estão lá para tomar decisões, não fazem mais do que é sua obrigação.
Deveríamos ser livres da obrigatoriedade do voto, “cidadania imposta”, uma exigência da participação que é por si uma arbitrariedade de “nossa demo-cracia”, diferente de tantas outras, somos diferentes em tudo, infelizmente sempre escolhemos errado, naquilo que não é a melhor solução.
Dizem sermos o mais moderno sistema eleitoral existente, mas isto poderia ser feito com custo menor em máquinas bancarias, pois as mesmas até “conversam” com o usuário, afinal os bancos, maior símbolo do capitalismo, ficariam satisfeitos pelo lucro oferecido, pois são as instituições mais rentáveis do Brasil, e não a produção!
Por que fazer eleições de dois em dois anos? Por que não trocam tudo duma vez, com uma única despesa, e assumindo novos administradores (presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores) de quatro em quatro anos?
Sem contar que o título de eleitor é um documento precário, que não define que o indivíduo que tem sua posse é o próprio, não possui foto! A fraude é sempre latente.
Existe um “cacicado oligárquico” que não permite transformações fornecendo direitos aos seus próprios proventos, amam por demais o país quando bem remunerados.
Não há participação coletiva, e a mesma mídia que retrata todo este despreparo do Estado, relata que as duas grandes vítimas desse processo e que estão à mercê da violência são a população e o policial de infantaria, protetores do econômico.
Houve um afastamento natural entre população e policial, guardião da ordem pública. Há algum tempo expusemos a ineficiência dos conselhos de segurança sem participação efetiva da população. O policial está distanciado da comunidade, e até aquele que serve determinada região, não pertence ao meio, vindo de outra comunidade, dando campo de ação ao criminoso, para emboscá-lo.
Por que não terceirizam os presídios? Privatizem a segurança como fazem com as riquezas do país já que os governos são péssimos administradores, com ingerências impostas.
Fica a indignação de observar os fatos e que historicamente somos sempre tolhidos em nossa liberdade. O Estado deve prover leis, sem corrupção de princípios, para não arruinar a si próprio, com a eficácia do legislativo, executivo e judiciário, vindas do supremo dever de defender a liberdade.
Vamos torcer pelo Brasil! Gooooooooooooool!
BRASIL OBSOLETO
SISTEMA EDUCACIONAL
O Brasil esta promovendo o “Plano de Desenvolvimento da Educação” (PDE), que já foi apresentado a grandes bancos e empresas. Este projeto estabelece um sistema de metas a ser alcançado com avaliações e cobranças de resultados nas escolas de todo país.
O Ministério da Educação terá que se adequar às exigências determinadas, se quiser acompanhar outros países. Grandes dificuldades políticas e administrativas devem ser equacionadas pelas comissões como o “Grupo de Institutos, Fundações e Empresas” (GIFE), que deverá reconhecer as propostas para formar um pacto entre as partes de governo e de empresas para priorizar a política de Estado, no caso o da educação.
0bservando o exposto acima, que teve divulgação tímida na mídia, observa-se que há uma preocupação com a produção do país, estagnada por quase três décadas, com uma estrutura obsoleta onde o povo não participa do decisório, onde as decisões restringem-se a política de governo, não de Estado, e política econômica.
Em momento algum há citação de melhorias na política social e seus reflexos são visíveis na desqualificação profissional que é usada no desenvolvimento do país, obrigando aceitar qualificação estrangeira, a altos salários, para “vender” e “tropicalizando” uma tecnologia obsoleta, numa adaptação frenética daquilo que não é útil ao nosso desenvolvimento e independência.
Querem solucionar problemas sem a participação popular e em desespero de causa pelo atraso tecnológico, gastam sem limites e sem controle, reflexo do sucateamento da educação.
Fica registrado sábio conselho, que o alicerce deve ser o mais resistente possível para sustentar a casa.
O Brasil não possui a base deste alicerce, a educação!
O Brasil esta promovendo o “Plano de Desenvolvimento da Educação” (PDE), que já foi apresentado a grandes bancos e empresas. Este projeto estabelece um sistema de metas a ser alcançado com avaliações e cobranças de resultados nas escolas de todo país.
O Ministério da Educação terá que se adequar às exigências determinadas, se quiser acompanhar outros países. Grandes dificuldades políticas e administrativas devem ser equacionadas pelas comissões como o “Grupo de Institutos, Fundações e Empresas” (GIFE), que deverá reconhecer as propostas para formar um pacto entre as partes de governo e de empresas para priorizar a política de Estado, no caso o da educação.
0bservando o exposto acima, que teve divulgação tímida na mídia, observa-se que há uma preocupação com a produção do país, estagnada por quase três décadas, com uma estrutura obsoleta onde o povo não participa do decisório, onde as decisões restringem-se a política de governo, não de Estado, e política econômica.
Em momento algum há citação de melhorias na política social e seus reflexos são visíveis na desqualificação profissional que é usada no desenvolvimento do país, obrigando aceitar qualificação estrangeira, a altos salários, para “vender” e “tropicalizando” uma tecnologia obsoleta, numa adaptação frenética daquilo que não é útil ao nosso desenvolvimento e independência.
Querem solucionar problemas sem a participação popular e em desespero de causa pelo atraso tecnológico, gastam sem limites e sem controle, reflexo do sucateamento da educação.
Fica registrado sábio conselho, que o alicerce deve ser o mais resistente possível para sustentar a casa.
O Brasil não possui a base deste alicerce, a educação!
POLÍTICA E CONTROLE
COMO A POLÍTICA CONTROLA AS COMUNIDADES
Quem acreditar que a burguesia é estúpida tem um olhar distorcido de sua capacidade em manter seu controle com uma genialidade em construir “máquinas de poder”. Reforçam e modificam os dispositivos de poder, sempre móvel, mobilizante, em movimento constante, nunca inerte. O poder da burguesia se reproduz, não por conservação, mas por transformações sucessivas. Usam as próprias estruturas das instituições para controle através de lideranças em comunidades com a vigilância e enquadramento por setores de obediência.
O que indigna no sistema do estruturalismo do poder é a capacidade que possuem de lançar uns contra os outros e manter a perspicácia de serem os detentores da ordem usando recursos repressivos que dispõem, apaziguando o que eles mesmos instituíram, a violência. O que é mais impressionante nesta relação é que conseguem redimir o Estado agressor que se torna vítima, cumpridores do dever e a serviço da ordem pública.
“Para tornar feliz a sociedade e manter as pessoas acomodadas sob as circunstâncias mais dificultosas, é necessário que um grande número delas seja, além de pobres, ignorantes” (WILLIANS, Raymond. O Campo e a Cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.).
Temos o direito de cobrar o que nos falta, e a primeira cobrança é dignidade e respeito!
Quem acreditar que a burguesia é estúpida tem um olhar distorcido de sua capacidade em manter seu controle com uma genialidade em construir “máquinas de poder”. Reforçam e modificam os dispositivos de poder, sempre móvel, mobilizante, em movimento constante, nunca inerte. O poder da burguesia se reproduz, não por conservação, mas por transformações sucessivas. Usam as próprias estruturas das instituições para controle através de lideranças em comunidades com a vigilância e enquadramento por setores de obediência.
O que indigna no sistema do estruturalismo do poder é a capacidade que possuem de lançar uns contra os outros e manter a perspicácia de serem os detentores da ordem usando recursos repressivos que dispõem, apaziguando o que eles mesmos instituíram, a violência. O que é mais impressionante nesta relação é que conseguem redimir o Estado agressor que se torna vítima, cumpridores do dever e a serviço da ordem pública.
“Para tornar feliz a sociedade e manter as pessoas acomodadas sob as circunstâncias mais dificultosas, é necessário que um grande número delas seja, além de pobres, ignorantes” (WILLIANS, Raymond. O Campo e a Cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.).
Temos o direito de cobrar o que nos falta, e a primeira cobrança é dignidade e respeito!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Eleições Municipais para Vereador
Assentou a Poeira das Eleições Municipais para Vereador!
Ontem, 08 de outubro, na Universidade PUC/SP, o professor Rago, de “História e Arte”, perguntou qual tinha sido meu “desempenho” na eleição municipal de São Paulo.
Falei que tinha sido excelente, pela minha proposta, e que conseguia visualizar e provar pelos fatos, que o vereador gastando R$15,00 por voto teria 100% de chance de ser eleito.
Não é nenhum cálculo dos maiores matemáticos do mundo, é usar a lei de São Francisco, dar e receber!
A mídia paulistana estampou este reflexo dizendo que a maioria das cadeiras, da Câmara Municipal Paulista, não teria grandes surpresas, e realmente este quadro era visível e real.
Mudar para que, para que votar no desconhecido?
Vota-se no que já está lá, mesmo provando que a corrupção é latente e haja desvio de verba pública. Não tem como provar que aconteçam estes fatos, ninguém aceita cheque!
Pode-se analisar que o "Poder Central da Câmara Municipal", a espinha dorsal, permaneceu intocável, e que a ditadura da Câmara Municipal perdurará.
Os empreiteiros, atrelados a política, expandem seus negócios na Capital, loteiam como lhe apraz as obras públicas e os cargos.
Exemplo da malversação do dinheiro público foram as reformas nos campos de futebol da periferia, em cima da hora das eleições. Pedimos os termos das licitações e até a presente data, nada chegou!
Quem ganhou a licitação, qual o custo destas obras?
Negam informação ao cidadão, aquele que vive na cidade, e temos que concordar com o "estado de bem estar social", balançando a cabeça e aceitando a incompetência do Estado, em todas as esferas.
O professor Rago, extremamente esclarecido, e um dos mais lúcidos professores da Universidade, e pelo qual tenho maior respeito, não sabia que a eleição municipal era também objeto de pesquisa, como, por exemplo, as reações de professores, que são intelectuais, da renomada academia paulista.
Mostraram indecisão, (não foi o caso do citado Mestre, que sempre demonstrou seu posicionamento ) desconhecendo a legenda, estatutos, da esquerda que defendiam.
Uma delas, de um gabarito profissional surpreendente em sua cátedra, disse para outro professor, nos corredores, que não votava em ninguém. Direito seu, que eu considero legítimo, mas não expôs suas intenções quando eu a interpelei. Seria justo ela ter suas razões para agir como tal, e não esboçar sorriso de falsa aceitação.
Desculpe-me o deslize: o voto é secreto e nos corredores pode expor, senão caracteriza a ditadura, e a livre expressão do indivíduo deve ser inabalável!
Muitos dançaram a valsa dos intelectuais, cada qual com suas preferências. Não forcei meu voto, conversei um a um, primeiro porque eu não tinha grana para fazer “pirografia” dos investidores políticos, e depois, as pessoas de convívio social e que de algum modo estavam diretamente ligadas a mim precisavam entender o que eu propunha. Fui um pouco tímido, pois eu tenho receio de entrar na individualidade de cada pessoa, e isto eu respeito muito.
Houve uma jovem estudante da PUC/SP, que eu conheço do Jardim São Luiz, minha comunidade, que disse: "Eu queria tanto votar em você mas..............." Eu fiquei em dúvida, e não consegui decifrar até agora o que era "mas".
Outra disse estar desiludida, mas desilusão pode advir de muitas coisas, não de quatro em quatro anos quando ela poderia lutar pelas transformações, ou já que é da pseudo-esquerda, que não acredito, empunhe a bandeira da “re-evolução”, e, aja como tal!
Votar em alguém desconhecido também pode ser uma “furada”, pois caráter não está escrito na testa de ninguém.
Eu estou deveras muito contente de ter recebido um voto de confiança de aproximadamente 600 pessoas, e isto tem para mim uma enorme importância, pela confiança depositada, afinal penso como o fato social político é um campo fértil das relações das transformações.
Eu só tenho que estar grato, e não fazer como os leprosos curados por Deus e não voltar para agradecer a cura, no meu caso seu voto!
Obrigado pela confiança!
Ontem, 08 de outubro, na Universidade PUC/SP, o professor Rago, de “História e Arte”, perguntou qual tinha sido meu “desempenho” na eleição municipal de São Paulo.
Falei que tinha sido excelente, pela minha proposta, e que conseguia visualizar e provar pelos fatos, que o vereador gastando R$15,00 por voto teria 100% de chance de ser eleito.
Não é nenhum cálculo dos maiores matemáticos do mundo, é usar a lei de São Francisco, dar e receber!
A mídia paulistana estampou este reflexo dizendo que a maioria das cadeiras, da Câmara Municipal Paulista, não teria grandes surpresas, e realmente este quadro era visível e real.
Mudar para que, para que votar no desconhecido?
Vota-se no que já está lá, mesmo provando que a corrupção é latente e haja desvio de verba pública. Não tem como provar que aconteçam estes fatos, ninguém aceita cheque!
Pode-se analisar que o "Poder Central da Câmara Municipal", a espinha dorsal, permaneceu intocável, e que a ditadura da Câmara Municipal perdurará.
Os empreiteiros, atrelados a política, expandem seus negócios na Capital, loteiam como lhe apraz as obras públicas e os cargos.
Exemplo da malversação do dinheiro público foram as reformas nos campos de futebol da periferia, em cima da hora das eleições. Pedimos os termos das licitações e até a presente data, nada chegou!
Quem ganhou a licitação, qual o custo destas obras?
Negam informação ao cidadão, aquele que vive na cidade, e temos que concordar com o "estado de bem estar social", balançando a cabeça e aceitando a incompetência do Estado, em todas as esferas.
O professor Rago, extremamente esclarecido, e um dos mais lúcidos professores da Universidade, e pelo qual tenho maior respeito, não sabia que a eleição municipal era também objeto de pesquisa, como, por exemplo, as reações de professores, que são intelectuais, da renomada academia paulista.
Mostraram indecisão, (não foi o caso do citado Mestre, que sempre demonstrou seu posicionamento ) desconhecendo a legenda, estatutos, da esquerda que defendiam.
Uma delas, de um gabarito profissional surpreendente em sua cátedra, disse para outro professor, nos corredores, que não votava em ninguém. Direito seu, que eu considero legítimo, mas não expôs suas intenções quando eu a interpelei. Seria justo ela ter suas razões para agir como tal, e não esboçar sorriso de falsa aceitação.
Desculpe-me o deslize: o voto é secreto e nos corredores pode expor, senão caracteriza a ditadura, e a livre expressão do indivíduo deve ser inabalável!
Muitos dançaram a valsa dos intelectuais, cada qual com suas preferências. Não forcei meu voto, conversei um a um, primeiro porque eu não tinha grana para fazer “pirografia” dos investidores políticos, e depois, as pessoas de convívio social e que de algum modo estavam diretamente ligadas a mim precisavam entender o que eu propunha. Fui um pouco tímido, pois eu tenho receio de entrar na individualidade de cada pessoa, e isto eu respeito muito.
Houve uma jovem estudante da PUC/SP, que eu conheço do Jardim São Luiz, minha comunidade, que disse: "Eu queria tanto votar em você mas..............." Eu fiquei em dúvida, e não consegui decifrar até agora o que era "mas".
Outra disse estar desiludida, mas desilusão pode advir de muitas coisas, não de quatro em quatro anos quando ela poderia lutar pelas transformações, ou já que é da pseudo-esquerda, que não acredito, empunhe a bandeira da “re-evolução”, e, aja como tal!
Votar em alguém desconhecido também pode ser uma “furada”, pois caráter não está escrito na testa de ninguém.
Eu estou deveras muito contente de ter recebido um voto de confiança de aproximadamente 600 pessoas, e isto tem para mim uma enorme importância, pela confiança depositada, afinal penso como o fato social político é um campo fértil das relações das transformações.
Eu só tenho que estar grato, e não fazer como os leprosos curados por Deus e não voltar para agradecer a cura, no meu caso seu voto!
Obrigado pela confiança!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
SAÚDE S/A
“SAÚDE SOCIEDADE ANÔNIMA”
Poderíamos manter-nos silenciados como tantos da população brasileira, que se comportam resignados e subordinados a uma qualidade de saúde precária, mantida por placebos e um atendimento de “isto não é comigo”.
O que está expresso faz parte de mazelas observadas no sistema precário da saúde, e o reflexo de todo descaso que há no Sistema Único de Saúde, Programa da Saúde da Família (com todo esforço das agentes), Assistência Médica Ambulatorial, (AMAs), ou hospitais que aparentando qualidade são como “bela viola, bonita por fora, vazia por dentro”.
Os Hospitais municipais, na zona sul, são administrados pela economia privada.
Assistência Médica Ambulatorial (AMA)
O objetivo das AMAs é ampliar o acesso de pacientes que necessitam de atendimento imediato, racionalizar, organizar e estabelecer o fluxo de pacientes para as Unidades Básicas de Saúde, Ambulatórios de Especialidades e Hospitais. A gestão das AMAs (CEJAM) está sendo compartilhada entre o Sistema Municipal com parceiros públicos ou privados. Os recursos humanos, adequação física, aquisição de equipamentos e mobiliários são responsabilidade dos parceiros (Organizações de Saúde), por meio de convênio, com metas pré-estabelecidas. Os insumos serão de responsabilidade de Sistema Municipal de Saúde. Aparentemente perfeito aos olhos da população que infelizmente usam o recurso da saúde, falho e precário!
Saúde, “Sociedade Anônima”
Há que se questionar o modelo atrasado do sistema de saúde, e por ser um “sistema” já mostra toda sua complexidade deste labirinto de articulações incompreensíveis. Devido aos fatos da ineficiência da saúde, em todas as esferas compete perguntar aos especialistas da área administrativa da saúde:
Como é realizado o controle destas organizações de saúde?
Como são pagos os serviços prestados?
Como é feita a administração e fiscalização destes recursos?
Existe uma meta de produção “per capita”, ou seja, número de pacientes atendidos?
Há, ou não, uma mercantilização da saúde pública, prevendo uma privatização futura?
O profissional da área é valorizado ou segue regras de um sistema econômico da saúde?
Os conselhos gestores têm autonomia, ou são marionetes para aceitar decisões?
Exemplo real
Os hospitais municipais da zona sul em atendimentos de emergência no setor de ortopedia nunca possuem médicos de atendimento na porta (consultórios existem, mas sempre fechados para estes casos).
Os pacientes que necessitem de consultas não conseguem, e aqueles que são operados por estes hospitais não têm acompanhamento nestes hospitais em que fizeram a cirurgia. Os pacientes são enviados para prontos socorros, de funções de emergências, tanto do Regional Sul quanto da Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro.
Este é o atendimento do paciente que por ventura necessite dos préstimos deste jogo que se inicia nas Unidades Básicas de Saúde, passa pela Assistência Médica Ambulatorial, que por sua vez requer exames de um laboratório terceirizado, enviados para especialidade no Itaim Paulista, quatro horas de viagem de transporte coletivo, somente ida. Há um trâmite cansativo para o paciente.
Em último caso fará uma cirurgia programada, e circulará em algum pronto socorro para acompanhamento de um setor que não realizou a cirurgia.
Haja paciência do paciente, que pagou adiantado!
Poderíamos manter-nos silenciados como tantos da população brasileira, que se comportam resignados e subordinados a uma qualidade de saúde precária, mantida por placebos e um atendimento de “isto não é comigo”.
O que está expresso faz parte de mazelas observadas no sistema precário da saúde, e o reflexo de todo descaso que há no Sistema Único de Saúde, Programa da Saúde da Família (com todo esforço das agentes), Assistência Médica Ambulatorial, (AMAs), ou hospitais que aparentando qualidade são como “bela viola, bonita por fora, vazia por dentro”.
Os Hospitais municipais, na zona sul, são administrados pela economia privada.
Assistência Médica Ambulatorial (AMA)
O objetivo das AMAs é ampliar o acesso de pacientes que necessitam de atendimento imediato, racionalizar, organizar e estabelecer o fluxo de pacientes para as Unidades Básicas de Saúde, Ambulatórios de Especialidades e Hospitais. A gestão das AMAs (CEJAM) está sendo compartilhada entre o Sistema Municipal com parceiros públicos ou privados. Os recursos humanos, adequação física, aquisição de equipamentos e mobiliários são responsabilidade dos parceiros (Organizações de Saúde), por meio de convênio, com metas pré-estabelecidas. Os insumos serão de responsabilidade de Sistema Municipal de Saúde. Aparentemente perfeito aos olhos da população que infelizmente usam o recurso da saúde, falho e precário!
Saúde, “Sociedade Anônima”
Há que se questionar o modelo atrasado do sistema de saúde, e por ser um “sistema” já mostra toda sua complexidade deste labirinto de articulações incompreensíveis. Devido aos fatos da ineficiência da saúde, em todas as esferas compete perguntar aos especialistas da área administrativa da saúde:
Como é realizado o controle destas organizações de saúde?
Como são pagos os serviços prestados?
Como é feita a administração e fiscalização destes recursos?
Existe uma meta de produção “per capita”, ou seja, número de pacientes atendidos?
Há, ou não, uma mercantilização da saúde pública, prevendo uma privatização futura?
O profissional da área é valorizado ou segue regras de um sistema econômico da saúde?
Os conselhos gestores têm autonomia, ou são marionetes para aceitar decisões?
Exemplo real
Os hospitais municipais da zona sul em atendimentos de emergência no setor de ortopedia nunca possuem médicos de atendimento na porta (consultórios existem, mas sempre fechados para estes casos).
Os pacientes que necessitem de consultas não conseguem, e aqueles que são operados por estes hospitais não têm acompanhamento nestes hospitais em que fizeram a cirurgia. Os pacientes são enviados para prontos socorros, de funções de emergências, tanto do Regional Sul quanto da Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro.
Este é o atendimento do paciente que por ventura necessite dos préstimos deste jogo que se inicia nas Unidades Básicas de Saúde, passa pela Assistência Médica Ambulatorial, que por sua vez requer exames de um laboratório terceirizado, enviados para especialidade no Itaim Paulista, quatro horas de viagem de transporte coletivo, somente ida. Há um trâmite cansativo para o paciente.
Em último caso fará uma cirurgia programada, e circulará em algum pronto socorro para acompanhamento de um setor que não realizou a cirurgia.
Haja paciência do paciente, que pagou adiantado!
JUVENTUDE LEGITIMADA
Diminuem os eleitores com 16 e 17 anos
Como fazer com que a juventude participe das decisões políticas se eles somente são chamados a participar em tempos de eleições?
Como fazer que haja interesse quando sua realidade não condiz com as colocações apresentadas em horário obrigatório, e por que participar se o modelo é arcaico do dever da obrigação?
Nas próximas eleições estão registrados no tribunal eleitoral 2,9 milhões de eleitores entre 16 e 17 anos.
Nas eleições anteriores eram 3,6 milhões. Número de votos que é realmente significativo e sem dúvida daria larga margem para o tão almejado cargo, tanto do executivo e do legislativo no Brasil.
O Sudeste lidera esta realidade, mas também se expande para as demais regiões.
Os esforços chamativos de campanhas não conseguem trazer o jovem para as decisões eleitorais porque ele é excluído das decisões do país, e só é lembrado com articulações por redes globais em organizações estudantis e que hoje não se vê representado por quaisquer candidatos, pois os refrões parecem motes circenses, com todo respeito ao circo onde existem profissionais verdadeiros!...
A reduzida participação do segmento jovem, em que o voto é facultativo demonstra o descontentamento destes eleitores que enxergam uma realidade do seu dia a dia, e não há uma compensação no campo social, onde o sistema da educação tem somente decisões do poder, comprometendo seu futuro.
Esta é sua maneira de protestar, e é legítima.
Como fazer com que a juventude participe das decisões políticas se eles somente são chamados a participar em tempos de eleições?
Como fazer que haja interesse quando sua realidade não condiz com as colocações apresentadas em horário obrigatório, e por que participar se o modelo é arcaico do dever da obrigação?
Nas próximas eleições estão registrados no tribunal eleitoral 2,9 milhões de eleitores entre 16 e 17 anos.
Nas eleições anteriores eram 3,6 milhões. Número de votos que é realmente significativo e sem dúvida daria larga margem para o tão almejado cargo, tanto do executivo e do legislativo no Brasil.
O Sudeste lidera esta realidade, mas também se expande para as demais regiões.
Os esforços chamativos de campanhas não conseguem trazer o jovem para as decisões eleitorais porque ele é excluído das decisões do país, e só é lembrado com articulações por redes globais em organizações estudantis e que hoje não se vê representado por quaisquer candidatos, pois os refrões parecem motes circenses, com todo respeito ao circo onde existem profissionais verdadeiros!...
A reduzida participação do segmento jovem, em que o voto é facultativo demonstra o descontentamento destes eleitores que enxergam uma realidade do seu dia a dia, e não há uma compensação no campo social, onde o sistema da educação tem somente decisões do poder, comprometendo seu futuro.
Esta é sua maneira de protestar, e é legítima.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
CACICADO DAS OLIGARQUIAS
CACICADO DAS OLIGARQUIAS
Por muito contribui com o governo brasileiro na sua modernização, embora saiba que tudo foi financiado com investimento estrangeiro, pois não possuímos reservas monetárias(sempre alardeiam empréstimos externos!)para impulsionar pesquisas de nosso imenso potencial, com desenvolvimento próprio.
Exponho porque trabalhei em empresas estrangeiras, nos Planos Nacionais de Desenvolvimento,(PND) que “tropicalizaram” máquinas para siderurgia e mineração, e o know-how, com raríssimas exceções, vieram de países detentores do saber tecnológico, porque o Brasil, infelizmente tem déficit de tecnologia de ponta.
Somos controlados em vários segmentos que não interessam mais a grupos dos países de alto desenvolvimento tecnológicos, a saber: quando se precisa que se construa em grande escala qualquer equipamento monstruoso, as estruturas metálicas de caldeiraria(destruiram a MAFERSA construtora de trens e a FRONAPE navios, e agora divulgam que seremos construtores de navios em antigos estaleiros!) usam nossa mão de obra barata com baixa qualificação, força de trabalho exaustivo, com uma habilidade adquirida por cursinhos de ocasião, para construir produtos com tecnologia de fora, provinda de indústrias estrangeiras que adquiriram pequenas empresas familiares nacionais e assumem o controle acionário.
O Brasil nunca teve uma revolução industrial, e no andar da carruagem nunca terá, e será sempre subalterno, sempre dependente, com um povo humilde que é controlado pelas oligarquias, isto em todo território nacional. Estamos submissos aos interesses de poucos autocratas que governam pouco para o todo e muito para si. Não espanta o continuísmo do “cacicado”, pois vem de longa data e perdura, ora como golpe, ora como ditadura, ora como república sindicalista, embora os intelectuais não concordem, mas é só olhar cargos executivos e analisar, mas nunca como uma real revolução social, no âmago do problema, pois a preocupação maior do Estado é criar subsídio aos interesses políticos e econômicos.
Este casamento, político e econômico, geraram um social abandonado, um filho pobre sem estudo, sem condições básicas de moradia com déficit de 28 milhões de residências populares enquanto em São Paulo com sua famigerada “gentrificação”, enobrecimento do centro, seja a maior construtora de prédios de luxo, talvez superado somente pela China, controlado por meia dúzia de empreiteiras.
Sempre resta a indignação, desta incapacidade de resolver os problemas da nação onde não há plena democracia, questionando o que fazer para construir uma nação livre. Todas as soluções desastrosas estão atreladas ao séqüito poder, sem ideologias de direita ou esquerda, sem diferenças.
Toda América Latina esta acorrentada pelos interesses capitalistas, e que nossa única virtude é possuir reservas vitais suficientes para crescer ainda mais a economia dos países mais ricos do mundo, num nítido segundo estágio de colonização através do extrativismo do natural, de reservas esgotáveis, deixando para trás rastro de miséria e destruição, pois esgotam ao limite a capacidade local, além da destruição humana.
O povo é adestrado para ser usado como reserva de mão de obra descartável, que na sua simplicidade não observa a sutileza a sua volta, ainda não percebeu que o soldo recebido por determinada atividade esta sobre o controle do Estado mancomunado com os interesses de uma economia globalizada e controlada por grupos internacionais que detém toda a riqueza produzida nos três “AS”: América(Latina), África e Ásia.
Por muito contribui com o governo brasileiro na sua modernização, embora saiba que tudo foi financiado com investimento estrangeiro, pois não possuímos reservas monetárias(sempre alardeiam empréstimos externos!)para impulsionar pesquisas de nosso imenso potencial, com desenvolvimento próprio.
Exponho porque trabalhei em empresas estrangeiras, nos Planos Nacionais de Desenvolvimento,(PND) que “tropicalizaram” máquinas para siderurgia e mineração, e o know-how, com raríssimas exceções, vieram de países detentores do saber tecnológico, porque o Brasil, infelizmente tem déficit de tecnologia de ponta.
Somos controlados em vários segmentos que não interessam mais a grupos dos países de alto desenvolvimento tecnológicos, a saber: quando se precisa que se construa em grande escala qualquer equipamento monstruoso, as estruturas metálicas de caldeiraria(destruiram a MAFERSA construtora de trens e a FRONAPE navios, e agora divulgam que seremos construtores de navios em antigos estaleiros!) usam nossa mão de obra barata com baixa qualificação, força de trabalho exaustivo, com uma habilidade adquirida por cursinhos de ocasião, para construir produtos com tecnologia de fora, provinda de indústrias estrangeiras que adquiriram pequenas empresas familiares nacionais e assumem o controle acionário.
O Brasil nunca teve uma revolução industrial, e no andar da carruagem nunca terá, e será sempre subalterno, sempre dependente, com um povo humilde que é controlado pelas oligarquias, isto em todo território nacional. Estamos submissos aos interesses de poucos autocratas que governam pouco para o todo e muito para si. Não espanta o continuísmo do “cacicado”, pois vem de longa data e perdura, ora como golpe, ora como ditadura, ora como república sindicalista, embora os intelectuais não concordem, mas é só olhar cargos executivos e analisar, mas nunca como uma real revolução social, no âmago do problema, pois a preocupação maior do Estado é criar subsídio aos interesses políticos e econômicos.
Este casamento, político e econômico, geraram um social abandonado, um filho pobre sem estudo, sem condições básicas de moradia com déficit de 28 milhões de residências populares enquanto em São Paulo com sua famigerada “gentrificação”, enobrecimento do centro, seja a maior construtora de prédios de luxo, talvez superado somente pela China, controlado por meia dúzia de empreiteiras.
Sempre resta a indignação, desta incapacidade de resolver os problemas da nação onde não há plena democracia, questionando o que fazer para construir uma nação livre. Todas as soluções desastrosas estão atreladas ao séqüito poder, sem ideologias de direita ou esquerda, sem diferenças.
Toda América Latina esta acorrentada pelos interesses capitalistas, e que nossa única virtude é possuir reservas vitais suficientes para crescer ainda mais a economia dos países mais ricos do mundo, num nítido segundo estágio de colonização através do extrativismo do natural, de reservas esgotáveis, deixando para trás rastro de miséria e destruição, pois esgotam ao limite a capacidade local, além da destruição humana.
O povo é adestrado para ser usado como reserva de mão de obra descartável, que na sua simplicidade não observa a sutileza a sua volta, ainda não percebeu que o soldo recebido por determinada atividade esta sobre o controle do Estado mancomunado com os interesses de uma economia globalizada e controlada por grupos internacionais que detém toda a riqueza produzida nos três “AS”: América(Latina), África e Ásia.
TRANSPORTE COLETIVO
TRANSPORTE DE MASSA
Na cidade de São Paulo, o transporte coletivo(talvez como referência a coleta!) esta sobre controle de poucos, na nova modalidade de lobby da parceria empresarial-político. O controle do transporte coletivo é feito por demanda de carga, e carga somos todos que senos servem deste meio de locomoção, pagos a vista na boca do caixa, nas roletas de controle coletivo.
Na hora de alta concentração humana, parte da manhã e no período noturno, os empresários de transporte enviam ônibus articulados que saem de suas respectivas garagens, vazios até onde há grande concentração de operários, em uma distância considerável para recolher essa massa cansada do trabalho, tendo que percorrer grandes distâncias num transporte de péssima qualidade.
Veículos articulados capazes de transportar 300 pessoas numa condição de “transporte de gado”, excedem, por vezes, às duas horas de viagens do cartão em horas de pico.
Entre estes dois períodos, manhã e tarde, há déficit de transporte coletivo, pois a massa transportada torna-se menor.
As grandes empresas que possuem a concessão do transporte coletivo em São Paulo, receberam subsídios desde 2005 de aproximadamente 44 milhões e alguns tantos milhões para “gerenciamento do transporte coletivo” concedido pela Secretaria de Transporte Público. Especialistas dizem que não há racionalização das viagens, pois nas regiões centrais os ônibus andam vazios, enquanto que na periferia os bi articulados andam superlotados.
É necessário tratamento digno da população, se as autoridades assumem um mau planejamento dos recursos, precisa-se cobrar desempenho melhor das empresas que manipulam o transporte coletivo em São Paulo, pois o gado a gente ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente: no mínimo respeito!
Na cidade de São Paulo, o transporte coletivo(talvez como referência a coleta!) esta sobre controle de poucos, na nova modalidade de lobby da parceria empresarial-político. O controle do transporte coletivo é feito por demanda de carga, e carga somos todos que senos servem deste meio de locomoção, pagos a vista na boca do caixa, nas roletas de controle coletivo.
Na hora de alta concentração humana, parte da manhã e no período noturno, os empresários de transporte enviam ônibus articulados que saem de suas respectivas garagens, vazios até onde há grande concentração de operários, em uma distância considerável para recolher essa massa cansada do trabalho, tendo que percorrer grandes distâncias num transporte de péssima qualidade.
Veículos articulados capazes de transportar 300 pessoas numa condição de “transporte de gado”, excedem, por vezes, às duas horas de viagens do cartão em horas de pico.
Entre estes dois períodos, manhã e tarde, há déficit de transporte coletivo, pois a massa transportada torna-se menor.
As grandes empresas que possuem a concessão do transporte coletivo em São Paulo, receberam subsídios desde 2005 de aproximadamente 44 milhões e alguns tantos milhões para “gerenciamento do transporte coletivo” concedido pela Secretaria de Transporte Público. Especialistas dizem que não há racionalização das viagens, pois nas regiões centrais os ônibus andam vazios, enquanto que na periferia os bi articulados andam superlotados.
É necessário tratamento digno da população, se as autoridades assumem um mau planejamento dos recursos, precisa-se cobrar desempenho melhor das empresas que manipulam o transporte coletivo em São Paulo, pois o gado a gente ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente: no mínimo respeito!
PROLE E PROLETÁRIADO
PROLE E PROLETARIADO
Uma massa da população que tem direito ao sufrágio universal, na democracia brasileira um ato obrigatório, próximos dos 127 milhões de eleitores, metade não concluiu o ensino que lhe fornece o fundamental, ou seja, menos de 8 anos de estudos, sem contar a informalidade que é produto de um progresso insustentável, as custas da miséria popular.
Porque disto?
Alta tecnologia desenvolvida em outros países de grande investimento em pesquisa estabeleceu-se um “destino manifesto” de formarem homens para controle das massas e que são escolhidos para manter sobre controle esta massa disforme, que se denominou proletariado, sendo que o nome é por demais sugestivo, embora depreciativo no seu contexto: o termo nada mais é do que aqueles que fazem prole e acasalam-se para produzir mais mão de obra barata.
Este novo indivíduo será mais um consumidor voraz das benesses ilusórias oferecidas desde seu nascimento, que ao nascer é recebido com alegria, pois será em potencial outro grande, ou pequeno, consumidor, e que obrigatoriamente irá consumir produtos industrializados que serão anunciados dia e noite em rede nacional, e que depois de sua vida ser consumida por cartões de crédito ou financiamentos bancários, agiotagem permissível, terá uma morte inevitável de todo ser vivo. Muitos irão chorar a perda, pois o moribundo não irá consumir mais, embora a indústria funerária seja muito lucrativa, e a Prefeitura de São Paulo não abre mão deste controle. Todos enfim lamentarão inclusive os credores, que assumiram alguma hipoteca de algum empréstimo financeiro para socorrer o imediatismo da vida moderna, e que ao deixar de quitar aos agiotas institucionalizados, reclamarão seus bens, controlados pelo sistema financeiro, assumido em algum banco, o maior símbolo capitalista.
A retórica levá-nos aos poucos empregos formalizados existentes e vemos que as empresas hoje se dão ao luxo de analisar uma gama enorme de currículos para entre tantos determinar aquele que poderá a ser colaborador nas suas pretensões desenvolvimentistas. Depois de exaustivas provas de capacidade e entrevistas de especialistas em comportamento humano, eis que surgirá no universo deste exército industrial de reserva, um soldado capaz de exercer as funções que permeiam o setor produtivo de determinado segmento e estarão sujeitas as regras do jogo trabalhista.
Este “colaborador” receberá treinamento de destreza para operar tudo aquilo se apresentar de produtivo e de interesse capitalista. Ele é o mais novo homem máquina desta legião silenciosa que marcha em direção a almejada vaga onde se saiu vencedor, embora receba o mínimo necessário de subsistência de sua prole, estará dispostos para a jornada habitual de trabalho, para a grandeza da nação, a baixo custo e um progresso mentiroso!
Uma massa da população que tem direito ao sufrágio universal, na democracia brasileira um ato obrigatório, próximos dos 127 milhões de eleitores, metade não concluiu o ensino que lhe fornece o fundamental, ou seja, menos de 8 anos de estudos, sem contar a informalidade que é produto de um progresso insustentável, as custas da miséria popular.
Porque disto?
Alta tecnologia desenvolvida em outros países de grande investimento em pesquisa estabeleceu-se um “destino manifesto” de formarem homens para controle das massas e que são escolhidos para manter sobre controle esta massa disforme, que se denominou proletariado, sendo que o nome é por demais sugestivo, embora depreciativo no seu contexto: o termo nada mais é do que aqueles que fazem prole e acasalam-se para produzir mais mão de obra barata.
Este novo indivíduo será mais um consumidor voraz das benesses ilusórias oferecidas desde seu nascimento, que ao nascer é recebido com alegria, pois será em potencial outro grande, ou pequeno, consumidor, e que obrigatoriamente irá consumir produtos industrializados que serão anunciados dia e noite em rede nacional, e que depois de sua vida ser consumida por cartões de crédito ou financiamentos bancários, agiotagem permissível, terá uma morte inevitável de todo ser vivo. Muitos irão chorar a perda, pois o moribundo não irá consumir mais, embora a indústria funerária seja muito lucrativa, e a Prefeitura de São Paulo não abre mão deste controle. Todos enfim lamentarão inclusive os credores, que assumiram alguma hipoteca de algum empréstimo financeiro para socorrer o imediatismo da vida moderna, e que ao deixar de quitar aos agiotas institucionalizados, reclamarão seus bens, controlados pelo sistema financeiro, assumido em algum banco, o maior símbolo capitalista.
A retórica levá-nos aos poucos empregos formalizados existentes e vemos que as empresas hoje se dão ao luxo de analisar uma gama enorme de currículos para entre tantos determinar aquele que poderá a ser colaborador nas suas pretensões desenvolvimentistas. Depois de exaustivas provas de capacidade e entrevistas de especialistas em comportamento humano, eis que surgirá no universo deste exército industrial de reserva, um soldado capaz de exercer as funções que permeiam o setor produtivo de determinado segmento e estarão sujeitas as regras do jogo trabalhista.
Este “colaborador” receberá treinamento de destreza para operar tudo aquilo se apresentar de produtivo e de interesse capitalista. Ele é o mais novo homem máquina desta legião silenciosa que marcha em direção a almejada vaga onde se saiu vencedor, embora receba o mínimo necessário de subsistência de sua prole, estará dispostos para a jornada habitual de trabalho, para a grandeza da nação, a baixo custo e um progresso mentiroso!
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