domingo, 1 de agosto de 2010

UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS: REPRESA DE GUARAPIRANGA

LIMPEZA DA REPRESA - POR QUÊ E PARA QUÊ?

(sem paliativos!!!)

O que pensa a NATUREZA?
O que pensa a ANIMAL?

O ladrão do escoamento precisa trabalhar!
De um lado um Represa do outro um fosso sem Pinheiros

Há de existir um compromisso sério um dia, por necessidade!!!
O que pensa a AVE?
ALGAS nas ÁGUAS!!!
BONITA IMAGEM? Nem tanto!!!

O que pensa a HOMEM?Encalhamos!!!
Proibido nadar!
A ave e o homem, qual resolverá este enigma da natureza?
Um caminho precisa ser encontrado!!!

Considerações:

Produzam as águas répteis animados e viventes e aves que voem sobre a terra debaixo do firmamento do céu. Crescei e multiplicai-vos, e enchei as águas do mar, e as aves se multipliquem sobre a Terra. (Crédito: Gêneses 1: 20)

D’us vendo que era grande a malícia do homem sobre a Terra, e que todos os pensamentos do seu coração estavam continuamente aplicados ao mal, arrependeu-se de fazer o homem sobre a Terra. (Crédito: Gêneses 6: 5)




sábado, 31 de julho de 2010

Acuso o Retorno do Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico

O SOL POR TESTEMUNHA E A LUA POR TESTAMENTO

Acuso o sol por testemunha e a lua por testamento, iluminando o regresso do Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico. Ambos contemplam a efemeridade humana, respeitando os feitos históricos do passado. Estes faróis da Terra, que iluminam distintamente dois momentos cíclicos, o dia e a noite, resolveram ao mesmo tempo, parar em contemplação como a dar boas vindas, presentes a iluminar a glória deste acontecido em outro tempo[1]. Os céus resolveram participar e davam o prazer no crepúsculo, encontro do azul do dia e o escuro da noite. Estes astros distantes, pousados nas bases do firmamento, geradores dos ciclos, compeliu os homens a apossarem-se da sapiência divina no tempo e no espaço, medindo-o para distinguir o contemporâneo. Hoje os reflexos da aurora refletiam as gotas do sereno da madrugada, e o Ícaro alado brilhava e a umidade em seu “corpo seminu” recebia a claridade que precede o nascer do sol.
Acuso a vinda deste Símbolo para todos que não conhecem fiquem de posse deste conhecimento, única herança duradoura, legado disponível de uma geração a outra. Os homens fazem história, uns menos outros mais, mas independendo da intensidade todos sem exceção contribuem com seu quinhão. Acuso às gerações que num determinado momento e com conhecimentos de então, ousou-se enfrentar o que era difícil, mas não impossível, conseguindo triunfar contra as intempéries, o dia e a noite para cruzar as águas oceânicas do Atlântico. Acuso como fato histórico o vôo entre continentes ocorrido em 1927 e registrado pelos antigos historiadores, que os contemporâneos se baseiam para defender suas teses acadêmicas.
Acuso por documentos existentes a data dos assentamentos idealizados pelo poder de então, o registros que em 21 de agosto de 1829 foi edificado o Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico para relembrarem o épico desta proeza e coragem humana.
Acuso que em 1987, o poder do Estado, outra contemporaneidade, ousou-se na “calada da noite tendo, a lua como única testemunha” usurpou-se o direito de contemplação do ÍCARO que dava as boas vindas àqueles que visitavam a Represa de Guarapiranga.
Acuso que o poder detém a força de persuasão, criando outra atmosfera transferindo o Monumento para outro lugar sem expressividade com o fato nenhuma aproximação com o
Monumento Pça Nossa Sra. do Brasil-Jardim América(Esquina da Rua Colômbia com Av. Brasil)
momento histórico, achou, e “quem acha vive se perdendo” que era sua competência em definir como sua a propriedade do Monumento, e como simples objeto arranjou outro espaço, mas o sol refletindo na estrutura do Monumento acusava outro reflexo. Acuso o fato como mérito da realidade de muitos em conseguir o julgamento favorável pelo retorno por quem competia e pelo discernimento, enfim, após uma ausência de 23 anos.
Acuso que embora pareça que há uma preocupação das autoridades a mesma tomou para si como conseqüência única de seus atos, e se o fosse não faria mais que sua obrigação, pois foi o poder do Estado que seqüestrou o Monumento.
Acuso que em 2010, outra geração, houve por bem, não deixar cair no esquecimento e batalhar pela restituição do Monumento às suas origens. Acuso que houve mobilização local, tanto quanto o fizeram no passado nossos genitores que não deixaram cair no esquecimento em homilias familiares transmitidas pela oralidade. Acuso que há na região da Capela do Socorro, locais nominados que arremetem ao instante referido da travessia e citações dos aviadores; localidades que denotam aproximação com água, mar e ar, enfim tudo que são lembranças de um momento único e inesquecível, que as novas gerações não sabem, pois não há divulgação histórica, embora haja decreto para lembrarem-se do fato como currículo escolar.
Mausoléu Perpétuo do Comandante JOÃO RIBEIRO DE BARROS

CIDADE de JAHÚ-SÃO PAULO (com outro crepúsculo!)

Acuso que para recolher informações geraram-se idas e vindas, viagens longas, entrevistas, leituras devoradas unicamente pela aquisição de conhecimento deste momento histórico.
Acuso que não houve a divulgação merecida do fato e nenhuma mensagem quanto ao seu verdadeiro sentido.

Acuso a falta de citação no local o que representa o Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico, e também a falta de indicação de discriminação de custos por serviços prestados por empresas contratadas por licitação.
Acuso a indignação das gerações passadas, mas tudo tem seu tempo, e os mesmos deixaram o legado de não desistir da causa pela qual se acredita; morrer sim, desistir nunca.

Acuso que esta chegando ao fim esta jornada, mas não se deve “baixar a guarda” para que os aventureiros momentâneos não assumam o mérito pelo qual não trabalharam. Se quiserem fazê-lo comecem a criar medidas efetivas para recuperarem a Represa de Guarapiranga, sem debates estéreis de assembléias montadas para aplausos das realizações efêmeras do poder, pois é obrigação dignificar as gestões no tempo contemporâneo! Acuso gratidão por todos àqueles que colaboraram em Prol do Retorno do "Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico" para a Barragem da Represa de Guarapiranga, São Paulo, e, que em momento algum houve conotação política partidária nas ações, somente e unicamente o interesse da importância histórica do Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico.

Acuso que esta data (me) é extremamente cara e somente caminhei até aqui unicamente pelo amor retribuído por muito tempo, e que está eternamente guardado, independente do tempo e espaço em que ele se apresentou; receba nas alturas, morada das "velhas águias", o parabéns merecido pelo afeto proporcionado!

Nota:
[1] “O presente é o passado mais recente”










sexta-feira, 30 de julho de 2010

Perpétuo Socorro pela Represa Monumental

Alerta: Um Capítulo da História da Represa de Guarapiranga

Regozijos devem sentir muitos pelo auspicioso momento, embora tantos não terão o prazer de ver o retorno do “Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico” previsto para agosto de 2010, talvez, sendo reinaugurado em 21 de agosto, data em que foi feito em 1929 a pompa de instalação do “Memorial” na esquina das Avenidas De Pinedo com João(Ribeiro)de Barros e que muito representaram naquele momento.

Um Largo próximo a uma Capela foram aos poucos sendo habitado por uma necessidade da aproximação da Serra do Mar, com o porto de Santos, por onde afluíram os primeiros colonos. O local por muito tempo sofreu a carência e o abandono do poder público e sem saneamento e critérios de ocupação o local foi perdendo sua vegetação natural e as belezas que encantaram a tantos brasileiros e estrangeiros. A continuidade do Objetivo:
Werena Çukurs; Hilda G. Sterchele; Neuza Meneghello; Edmundo Manzini; Vilton e Estanislau
A divina providência um dia deu-te o nome que merecias “Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro”, de incessante e constante “luta perpétua” em “busca de socorro”.

Muitos levantaram a bandeira da indignação, não deixando que pisassem nela sem respeito ao local. Na década de 60 foi criada a “Sociedade Amigos do Socorro” que muito representou pela causa da preservação do local e mais tarde pelo que simbolizava a história, exigiam o retorno do Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico. Seu presidente José Fonseca Lima, com outros moradores da região, sempre atentos as transformações locais, requeriam dos administradores a infra-estrutura básica de ocupação e também, mais tarde, pela restituição do Monumento, e justamente no ano de sua volta, acontece seu passamento, ficando registrado o réquiem de uma luta.

Silenciosos colaboradores, esquecidos do poder público, estavam atentos as transformações, mas viam com tristeza o desrespeito com um “lugar tão bonito”, a Represa de Guarapiranga. O aviador Gunars Çukurs, que percorreu por muito tempo a superfície com seu hidroavião Seabee, um Republic RC-3 de fabricação americana de 1946, chegou ao local em 1957, proveniente de Santos onde passou uma temporada após a família ter se fixado no Rio de Janeiro, na Lagoa Rodrigo de Freitas, onde mantinham atrações que foram incorporadas ao lazer turístico da Riviera Paulista. Sua filha Werena relata com precisão de conhecimento adquirido, pois nasceu e viveu cercada de escunas, e dos aviões Seabee e Albatrozes da FAB que pousavam na represa para treinamento, que representava o dia a dia da família, onde todos tinham uma aproximação de trabalho, além de aero-barcos, como o Bidú, exposto no Clube Santa Paula em 1961 que poderia navegar sobre as ondas mediante uso de hidro-foils, um sistema de “braços” laterais articulados e adaptados às embarcações para diminuir o atrito com a água. De tempos em tempos havia inspeção dos referidos equipamentos que precisavam de manutenção constante do peitoril da aeronave que sofriam desgaste nas amerissagens, ou das quilhas dos barcos que requeriam manutenção. O trabalho era árduo e constante para conseguir a aprovação do Departamento da Aviação Civil, DAC. A oficina dos Çukurs representava uma sala de aula acadêmica, de saberes de verdadeiros inventores, que testavam eles próprios seus aparelhos e as modificações. Seu pai Herberts havia chegado ao Japão na década de trinta com um projeto pessoal de um avião que denominou C-6, e também à África com o seu C-3.As invenções estavam no sangue da família.

Assim às margens da Represa de Guarapiranga surgiram ultraleves, flutuadores e a recuperação de uma “verdadeira jóia rara” um sonho antigo, recuperar um Helio Courier. Gunars tinha o sonho de recuperar um Hélio Courier que tinha a facilidade de decolar em pistas muito curtas; queria adaptar flutuadores e decolar de uma rampa em frente a sua casa.
Por vezes havia ondas enormes formando marolas que todos precisavam ancorar as embarcações pela força dos ventos.
Aos poucos alguns proprietários de glebas de terras resolveram lotear a região em grandes lotes e aos poucos a ocupação tornou-se desenfreada e clandestina, terrenos vendidos sem nenhum controle e sem averbação municipal, com grileiros apossando-se da bacia que abastecia 30% da reserva de água natural da capital. Deste modo a represa começou a perder seu encanto, e sua característica foi agravada pela falta de saneamento básico que contivesse detritos provenientes de uma população cada vez mais numerosa. As reportagens da década de 60 que continham sugestões de “apreciação de arvoredos” e atração turística internacional com águas plácidas, passa a combater o desordenado modelo sem um plano de ocupação planejada, que competiam ao poder público omisso.Houve instantes de alerta de década de 80 quando o aviador Gunars, consumindo mais de 500 litros de combustível sobrevoava numa altitude de vôo permitido do espaço aéreo, mostrando e alertando as autoridades locais a degradação local.

Daquela data até o presente nada ou pouco foi feito. Até que o homem se cansou e em 1994 pousou para sempre o seu amigo “Seabee” no hangar, a “Abelha do Mar” parava sua missão após decolar por mais de 50 mil vezes. Via-se escassear os turistas pela degradação local, afinal ninguém em sã consciência vive as margens da sujeira de lixo e excrementos lançados a vazão de 1000 litros por segundo.
Até os peixes foram embora e seguiram-nos as aves, pois o alvorecer e o crepúsculo tornaram-se fétido.
Os aviões Albatrozes de outro proprietário voaram também para outras margens, levados para Ibiúna, para contemplarem outras maravilhas da natureza e o Seabee, como no passado, “retornou” ao Rio de Janeiro, talvez sendo recuperado para formar o acervo o Museu Aeroespacial, MUSAL, na Avenida Marechal Fontenelle, 2000, Campo dos Afonsos, pois consta estar de posse de outros experientes pilotos que o conservam em nome da história. O local em outros tempos um Oasis perdeu sua importância turística por interferências externas que culminou com a perda do grande apogeu que possuía. Um S.O.S. foi colocado como alerta ao SOCORRO urgentíssimo a mais de três décadas pelo aviador Gunars que em depoimento as TVs, ele alertava: “Infelizmente a represa está secando”. A natureza se vinga da falta de cuidados que se exige a quem oferece(u) muito por São Paulo. Houve uma correria de plenária de egrégios representantes legislativos para instituir o dia do bairro, como se isso fosse à principal urgência da realidade local. Urge medidas claras para o uso dos frutos deste antigo rincão, sem os paliativos momentâneos que só agravam o deserto e o abandono!Ações efetivas com aplicação das leis de proteção dos mananciais devem ser aplicadas para coibir a cobiça, além de romper a burocracia política que usa o momento propício dos palanques para lançar seus tentáculos como salvadores momentâneos.
As velhas águias merecem o reconhecimento das “Asas Aladas” pendentes, do sonho do homem em atingir o ápice das alturas do “Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico”, olhando o horizonte dos céus da liberdade que serão contempladas de agora em diante do novo Parque da Barragem, na Capela do Socorro!!!INDICAÇÃO DE CUSTO DE OBRAS EM SÃO PAULO:

UM MERO ESQUECIMENTO OU IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA?













terça-feira, 27 de julho de 2010

Uma Represa no Socorro com Veleiros

O MONUMENTO AOS AVIADORES CONTEMPLA(VA) O FUTURO

De repente nos vimos cercados de informações de suma importância da oralidade simples mais fiel ao acontecimento, dito por amigas ou familiares que aos poucos descortinava um saber adormecido no subconsciente. Fomos recebidos com o calor humano, adentrando em um dos muitos lares da Capela do Socorro, na Rua Lido, número 318, uma rua que sai da conhecida Ipanema, da Avenida Rio Bonito, completada pela Rua Olivia Guedes Penteado, antiga Rua Manoel Preto, a rua das boiadas e do campo de futebol do Bandeirante, hoje ocupado por galpão industrial, próximo do clube desportivo e recreativo dos funcionários do Serviço Federal de Processamento de Dados, Serpro, ou da casa antiga do seu Juvenal já “condenada” pelo progresso ou o templo japonês uma das primeiras construções locais.
Os nomes são propícios ao lugar, e Veleiros se avizinhava confundindo onde se inicia um e termina seus limites. Começamos timidamente com perguntas típicas do recolhimento histórico local, que dona Nair da Silva Petrovics, residente na Rua Lido desde a década de 60, anteriormente moravam próximos da Igreja Santa Rita, uma referência onde tudo era mata fechada e a rua era uma trilha. Seu irmão Virgílio comenta a família Luz, ou seu Angelim que entregava carne em seu Ford pela região.
LARGO CAPELA DO SOCORRO EM 1936 E 2005 EM PONTOS DISTINTOS

Os filhos Marcel e Valdir participam dos debates orais recordando fatos da Avenida Atlântica, nome referência aos moradores antigos, reflexo do feito histórico acontecido da década de 20 e a primeira travessia do Atlântico, ou ainda as dificuldades da guerra e o racionamento do pão. Bate-se e rebate-se em acaloradas conclusões, do uso do trem da FEPASA que descia para a baixada santista, indo para Itanhaém, e que possuía sua estação sob a ponte da Capela do Socorro e os escassos ônibus que após o termino dos bondes a CMTC fazia seu ponto final na Rua Victor Manzini obrigando os moradores atravessar para a outra margem do Rio Pinheiros.
Animais "descansando" ao lado da "nova" ponte do Socorro 1964
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Os dois filhos completam as informações provenientes de uma mãe orgulhosa em declarar o passado do pai Carmelo Jacinto da Silva, que constituiu família com Mertila Luiza Sterchele da Silva, onde as recordações sobre um tropeiro lapidado pela lida do oficio com muares e cavalos de raça, coberto com capa de pelerine, uma espécie de estola de pele de animal, protegendo o corpo das intempéries e que serviu também na construção da estrada da Serra do Mar.
Da estirpe dos Sterchele temos declaração de dona Hilda Guimarães, que por muito tempo participou da organização com seu esposo Antonio Amir Sterchele, diretor social dos concorridos dos bailes da Brahma, obrigatório traje social dos cavalheiros e longos para as damas, em Santo Amaro na Rua João Alfredo, apoiado por Antonio Cordeiro Filho seu presidente.
No auge das declarações completa-se com as recordações do juiz de paz Mario Branco do cartório da Rua dos Italianos, hoje a Amaro Luz, ou do farmacêutico Jeremias, ainda na ativa, e a farmácia do senhor Wilson, que com o receituário do doutor Albecir medicava como clínico geral, na Rua Manoel Preto entre a Atlântica e a De Pinedo. Hoje o posto de gasolina dos “turcos” Aref e Joed, que antes abasteciam os poucos veículos locais estão sem as bombas e não possui a pompa de outrora dos Ford bigodes que acorriam para a barragem para usufruir das benesses da represa, nas escadas do paredão atrás do Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico.
De repente outro golpe na efêmera democracia fechou o local, pois os “revolucionários” consideraram o local área de segurança nacional, impedindo o lazer e atividades locais, cercando as margens, evitando o acesso. Aos poucos o local perdeu a característica de suas atividades, em campos de futebol onde a Usina despejava o óleo brilhante, engraxante, de tempos em tempos, já poluindo o local e dos passeios em barcos e do hidroavião Seabee. Deste modo aos poucos fecharam os restaurantes, o Bar do Peixe, da época que havia um criadouro natural e nas marinas as embarcações foram recolhidas. O Monumento aos Heróis da Travessia do Atlântico, último resquício dos áureos tempos, foi retirado para apagar o passado!!!