quinta-feira, 8 de maio de 2025

TODOS PARA FORA DA CAPELA DO CONCLAVE ("Habemus Papam" 08 de maio de 2025!)

CONCLAVE (Com chave/trancada)

A Capela Sistina recebeu esse nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que mandou restaurar a antiga Capela Magna e a construir em sua atual forma, entre 1473 e 1481. A renovação foi feita para criar um local mais amplo e adequado para as cerimónias religiosas e para a realização de conclaves, que acontecem lá desde 1492.
A primeira missa nessa capela foi realizada por Sisto IV no dia 15 de agosto de 1483, sendo uma missa consagrada a Nossa Senhora da Assunção.
O primeiro conclave realizado nela foi o responsável por eleger Rodrigo Bórgia como o papa Alexandre VI!
No teto da Capela Sistina, Michelangelo desenhou diversas cenas do Antigo Testamento. Michelangelo dedicou-se a esse trabalho de 1508 a 1512, pintando cerca de 680 m².


Um conclave é realizado na Capela Sistina e marcado sempre que um papa falece ou renuncia a sua posição. Nesse momento, reúnem-se os cardeais que são designados para votar na escolha do novo pontífice.
Os cardeais ficam totalmente isolados, não tendo acesso a nenhum tipo de meio de comunicação, incluindo celular e acesso à internet.
O início do ritual do Conclave inicia-se com o “Extra omnes” expressão, latina, que significa “todos fora”!
É uma ordem para deixarem a Capela Sistina, sendo então as portas da Capela Sistina trancadas e 133 cardeais votarão para eleger quem ficará no lugar do Papa Francisco.


Habemus Papam 08 de maio de 2025!!!


O Agostiniano, Cardeal Robert Francis Prevost, o Papa Leão XIV
O evangelista São Marcos é tradicionalmente representado por um leão.
O leão também representa a realeza e o poder de Jesus, como o "Leão de Judá".
O leão é considerado um símbolo de força, coragem e realeza, características que se associam à pregação de João Batista e à realeza de Jesus Cristo.
O último Papa com o cognome Leão XIII foi quem editou como “Rerum Novarum”, de 15 de maio de 1891, coincidência ou não, denunciou os excessos e a concentração do capital em mãos de grandes riquezas!
Será que "será" a linha de pensamento deste novo Leão?

sexta-feira, 2 de maio de 2025

Frei Saturnino Arto Sardina da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Capão Redondo/SP

 O Frei da Ordem Franciscana dos Mínimos no Brasil

O Frei Saturnino Arto Sardina, nasceu em Liguerzana, província de Palencia, na Espanha, em 17 de junho de 1937.


 Imagens: https://es.wikipedia.org/wiki/Lig%C3%BC%C3%A9rzana

 Entrou na Ordem Franciscana dos Mínimos[1], em Barcelona e emitiu sua primeira Profissão Religiosa em Massalubrense, Nápoles, Itália, em 29 de setembro de 1953, tendo sido ordenado em 2 de abril de 1960.


 (Essa ordem de frades foi fundada em 1435 por São Francisco de Paula na Itália, alegando ter recebido o lema "Charitas"[2] uma visão do Arcanjo Miguel. Aos votos tradicionais de pobreza, castidade e obediência, eles acrescentam um quarto voto, que os obriga a se abster de carne, ovos, leite, queijo, peixe e seus derivados.)

Frei Saturnino pertencia a Delegação de Nossa Senhora da Vitória, na Espanha.

 A Paróquia Nossa Senhora do Carmo, do bairro Capão Redondo, antes da chegada da Ordem Franciscana dos Mínimos foi sendo implantada e construída aos poucos com a orientação do padre Fabiano S. Cochel, isso no início da década de 1960, na rua que hoje chama-se Luís da Fonseca Galvão, 18.

Frei Saturnino veio em missão franciscana para o Brasil, chegando em São Paulo, em11 de outubro de 1967, tendo sido nomeado em 5 de novembro deste mesmo ano como Superior da Comunidade Mínima do Capão Redondo e Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo.

Em 21 de novembro de 1973, sucedeu o padre Giuliano Accardo[3] que havia retornado a Itália e em 07 de novembro de 1974 naturalizou-se.

Em agosto de 1967, a Ordem dos Mínimos instalou-se também na cidade de São Paulo, no bairro do Capão Redondo, periferia, assumindo a paróquia Nossa Senhora do Carmo, que precisava ser ampliada, pois o bairro estava em franco crescimento.

Em setembro de 1977 foi comprado um terreno de 1200 m2, onde no ano seguinte teve início a construção de um seminário para os vocacionados.

A Construção da Igreja Nossa Senhora do Carmo, no Capão Redondo teve um grande impulso com a participação dos moradores. A inauguração aconteceu em 23 de novembro de 1980 na presença do Pe. Andréa Lia e do Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns.

 

(Crédito da foto acima em pesquisa)


O seu "nom te vi na missa menino", era quase um lema que todo paroquiano um dia escutou do frei pela falta dominical. E deste modo foi um grande líder e orientador religioso na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, no bairro Capão Redondo!

Frei Saturnino também foi nomeado Delegado Geral para o Brasil, cargo que ocupado até a nomeação de padre Jaime Mediavil em 1º de outubro de 1985.

Em 19 janeiro de 1986 foi nomeado Pároco da Paróquia de São Francisco de Paula[4], no Estado do Rio de Janeiro[5].

 Retornando a São Paulo em 31 de dezembro de 1986, foi incentivador da implantação do Seminário Menor São Francisco De Paula, em Guarapuava, Paraná, inaugurado no dia 12 de maio de 1988 como “Casa de Noviciado” da Ordem no Brasil.

Colaborou com o bispo Emílio Pignoli, na implantação da Diocese de Campo Limpo, em 1989, sendo um dos formadores do Curso de Teologia do padre beneditino Veremundo Toth.


Em 18 de dezembro de 1992 foi novamente nomeado Delegado Geral para o Brasil, sucedendo ao padre Giorgio Barone.

Incansável foi novamente transferido, em 10 de setembro de 1997, para o Rio de Janeiro, tornando-se Superior da Ordem e Pároco, assumindo no dia 14 deste mesmo mês e ano.

Ficou em sua missão pastoral até 6 de janeiro de 2003 retornando a São Paulo para assumir novamente a formação do Seminário[6].

Frei Saturnino teve seu passamento terreno em 20 de abril de 2010, no Estado do Rio de Janeiro, servindo a Deus sempre com trabalho em vários movimentos religiosos como um grande missionário e pastor.

 

 Obs.

Sujeito a revisão! 

* Material fotográfico exposto foi colaboração de Ney Paluri, da "primeira igreja local", e demais estão em pesquisa ou foram tiradas de sites da Ordem, e de acervo pessoal.

 

Referências:

https://www.estudiosminimos.eu/minimospedia/accardo,%20giuliano.html

https://paroquiasfdepaula.org.br/historia-da-nossa-paroquia/

https://riomemorias.com.br/memoria/igreja-de-sao-francisco-de-paula/

https://www.britannica.com/topic/Minims

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_M%C3%ADnimos

https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2018-07/ordem-dos-minimos-eleicao-corretor-geral.html

https://es.wikipedia.org/wiki/Lig%C3%BC%C3%A9rzana


[1] A Ordem dos Mínimos ( em latim : Ordo Minimorum; abreviado OM), é uma ordem religiosa de frades da Igreja Católica,  fundada em 1435 por São Francisco de Paula na Calábria, na Itália, no início formada por 27 religiosos provenientes de quatro continentes (Europa, América, Ásia, África).  Seus membros consideram a humildade  a virtude primária e se consideram os menores de todos os religiosos. Aos votos tradicionais de pobreza, castidade e obediência, eles acrescentam um quarto voto, de acordo com as regras da quaresma, como evitar carne vermelha e produtos lácteos, além de praticar a descalçar em sinal de humildade. 

[2] Caritatis splendor/ O esplendor da caridade 

[3] O Padre Frei Giuliano Accardo nasceu em Gênova em 16 de fevereiro de 1913. Entrou para a Ordem dos Mínimos, professando em 20 de outubro de 1929. Foi ordenado sacerdote em Roma em julho de 1936. Foi corretor local (em Oneglia e em Gênova-Marassi). Estudou órgão e composição no Conservatório Niccoló Paganini de Gênova e canto gregoriano e composição no Pontifício Instituto de Música Sacra de Roma; foi discípulo do Maestro Raffaele Casimiri. Os primeiros religiosos dos Mínimos enviados ao Brasil, aconteceu 1955, sendo eles, o coordenador Padre Frei Giuliano Accardo juntamente com o Padre Frei Luigi Allevato sacerdote recém-ordenado, originário da Província de Paula; e o Irmão Natale Ravasio, originário da Província de Gênova, embarcando os primeiros religiosos mínimos vindos ao Brasil no navio Augustus em 04/11/1955, chegando ao Rio de Janeiro em 16 de novembro de 1955,  e estabeleceram-se na Barra da Tijuca (Rio de Janeiro). Em 1957, o Padre Accardo foi nomeado Delegado Geral para o Brasil, com a tarefa de buscar estender a Ordem "na América". Em 18 de Maio de 1959, chega ao Rio o irmão leigo Frei Paolo Morandi, procedente de Gênova, em substituição ao Frei Natale Ravásio que, por motivo de doença, teve que regressar à Itália. O Padre Accardo retornou à Itália em 1973, morrendo no convento de Rimini em 31 de dezembro de 1983

[4] Por orientação do, A Paróquia São Francisco de Paula foi criada por decreto Cardeal Arcebispo Dom Jaime de Barros Câmara, em2 de abril de 1959. 

[5] A Igreja de São Francisco de Paula está localizada no centro da cidade do Rio de Janeiro. A história da construção da igreja é se iniciou em 1756, quando o então bispo Dom Antônio do Desterro, devoto de São Francisco de Paula, instituiu o culto ao santo no Rio de Janeiro, criando a Venerável Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco de Paula.

[6] Seminário Ordem Mínimos São Franscisco de Paula-Rua Luís da Fonseca Galvão 171, Capão Redondo, São Paulo 

quarta-feira, 30 de abril de 2025

A camisa de futebol que está direto levando “pau...Brasil”

...daí vem os protetores dos "frascos e comprimidos” dizer que há mais de 100 anos o Brasil usava camisa vermelha, em 1917 e também em 1936!!!

Em 1914, criou-se a Federação Brasileira de Sports (FBS), o Brasil disputou sua primeira partida da história jogando com um uniforme todo branco e meias pretas com listras brancas.

Jogo Brasil versus Exeter City, em 21 de julho de 1914

A história é “f....fascinante" e ficou registrado para a historiografia, que no campeonato sul-americano realizado em Montevidéu , Uruguai, de 30 de setembro a 14 de outubro de 1917, quando as seleções do Uruguai, Chile e Brasil usavam camisas brancas (era o tecido mais barato de então) e o Brasil “ganhou” a camisa vermelha que colocaram à disposição em um sorteio, pois não havia nessa época um segundo uniforme nos times!!!

Camisa utilizada pelo Brasil no Sul-Americano de 1917 • Divulgação-Museu da CBF


O Brasil sediou o torneio no Rio de Janeiro, de 11 de maio a 29 de maio de 1919, e foi campeão pela primeira vez depois de derrotar o Uruguai, que foram campeões anteriormente, por 1 a 0, no Estádio de Laranjeiras, único local de disputa do torneio.



A camisa vermelha. do time Independiente, da Argentina

Em 1936/37, torneio realizado na Argentina, de 27 de dezembro de 1936 a 1º de fevereiro de 1937, o Brasil perdeu novamente um sorteio e precisou improvisar em outro sul-americano, enfrentando o Peru, que vestia branco na competição na Argentina, e o Brasil usou o uniforme do time do Independiente que era vermelho.
No Mundial de 1938, a Polônia, adversário do Brasil tinha uniforme branco e o Brasil utilizou uma camisa azul, (as equipes ainda não tinham uniformes reserva) em tom mais claro e não tinha o escudo da CBD. Foi a 1ª vez que a Seleção Brasileira utilizou uniforme na cor azul em sua história.

Uniformes da Seleção Brasileira de Futebol Foto Divulgação-Museu da Seleção Brasileira

Na Copa realizada no Brasil em 1950 a seleção brasileira ainda usava branco e essa copa trouxe pela primeira vez a numeração nas camisas em Copas do Mundo, mas depois de perder a Copa para o Uruguai o uniforme branco foi aposentado oficialmente em 1952, dando lugar ao uniforme de camisa amarela e calção azul, utilizado em 28 de fevereiro de 1954, para a Eliminatória da Copa do Mundo da Suíça.
A escolha desse uniforme aconteceu no dia 16 de dezembro de 1953 através de um concurso da CBD (hoje CBF) vencido pelo gaúcho Aldyr Garcia Schlee.
Em seu capítulo III, artigo 13, inciso III, o estatuto da CBF de 2017 prevê que a Seleção Brasileira só poderá usar uniformes com as cores existentes na bandeira da entidade (azul, amarelo, verde e branco).
Agora em 2024, sem concurso nenhum esboçaram uma camisa vermelha, parecendo que pegamos a camisa de Portugal e só mudou-se o distintivo!

Vermelho é algo fora do contexto da história do país e do futebol da seleção do Brasil!
Viva o futebol de Portugal, e se melhorar, o do Brasil!

sábado, 26 de abril de 2025

Basílica de Santa Maria Maggiore devoção do homem Jorge Mario Bergoglio, e o último desejo do Papa Francisco

TESTAMENTO DO PAPA FRANCISCO:

"Sempre confiei minha vida e meu ministério sacerdotal e episcopal à Mãe de Nosso Senhor, Maria Santíssima. Por isso, peço que meus restos mortais descansem aguardando o dia da ressurreição na Basílica Papal de Santa Maria Maggiore". O ÚLTIMO DESEJO E O ADEUS-26 DE ABRIL DE 2025




A BASÍLICA DE SANTA MARIA MAGGIORE
A Basílica de Santa Maria Maggiore já possuiu outros nomes, como Santa Maria das Neves, Santa Maria da Libéria, Santa Maria da Manjedoura e, finalmente, Santa Maria Maior.(Maggiore)
Foi erguida pelo Papa Sisto III a partir de 432 d.C. com fachada em estilo barroca do SÉCULO 18, projetada por Ferdinando Fuga com campanário de setenta e cinco metros de altura, o mais alto de Roma.
A Basílica conserva o mais importante ícone mariano, a Salus Populi Romani, (Protetora do Povo Romano) um painel que mostra Nossa Senhora com o Menino Jesus em seus braços.
SANTA MARIA MAGGIORE, A BASÍLICA ESPANHOLA
A decoração do teto foi projetada por Giuliano da Sangallo e concluída pelo seu irmão Antônio da Sangallo, com ouro da América, trazido pelos espanhóis da América e presenteado ao Papa Alexandre VI.
A Basílica de Santa Maria Maior tem grande ligação com a monarquia espanhola. A Espanha e o Vaticano, mantendo uma relação estreita há mais de 500 anos. Na Piazza di Spagna , encontra-se a Embaixada da Espanha junto à Santa Sé desde 1647.
É a embaixada mais antiga do mundo e foi criada em 1480 pelo Rei Fernando, o Católico que tornou-se benfeitor da básílica em troca de uma série de honrarias para a família real, onde os reis da Espanha tornaram-se os primeiros que tem a dignidade e autorodade do cargo (protocônegos ex officio) da basílica Santa Maria Maggiore, em Roma.


















OS REIS BENFEITORES DE ESPANHA DA BASÍLICA DE SANTA MARIA MAGGIORE, EM ROMA

A antiga relação entre Espanha e Itália

A herança romana católica uniu a Espanha e Itália por séculos, sabendo-se que marinheiros genoveses (Itália) como Cristóvão Colombo foram ativos na Espanha e responsáveis pelo descobrimento da América.
A coroa espanhola controlava Nápoles, Sicília, Sardenha como vice-reinos de Aragão de 1503 a 1715 e tinha grandes relações comerciais com os genoveses.
O Ducado de Milão, parte do Sacro Império Romano, era ligado à coroa espanhola. Em 1535, quando Francisco II morre sem herdeiros, o Ducado de Milão se incorpora ao Império espanhol, embora aconteçam várias guerras entre a França e a Espanha pela anexação do ducado. Incorporado definitivamente ao Império, de 1540 a 1713, os reis da Espanha foram também os duques de Milão.
O Papa Alexandre VI, (Rodrigo Borja) era originário de Xàtiva, no então Reino de Aragão, atual Espanha, na província de Valência e foi o 214.º papa da Igreja Católica, de 1492 até a data da sua morte, em 1503. Tinha bom trânsito como cardeal, na Espanha e na Itália.
Alexandre VI envolveu o papado em conflitos políticos com a França e favoreceu sua terra natal, a Espanha, concedendo ao casal real Fernando e Isabel o título de “Reis Católicos” e beneficiando o reino espanhol no domínio sobre as terras recém-descobertas do Novo Mundo com divisão das possessões portuguesas e espanholas no mundo nas negociações ibéricas no Tratado de Tordesilhas beneficiando os maiores interesses da Espanha.
OS REIS CATÓLICOS DA ESPANHA DOARAM O OURO DA AMÉRICA PARA REVESTIMENTO DA BASÍLICA SANTA MARIA MAGGIORE
Isabel I (1451 – 1504), chamada de "Isabel, a Católica", foi a Rainha de Castela e Leão de 1474 até sua morte, além de Rainha Consorte de Aragão a partir de 1479 e Imperatriz titular do Império Bizantino de 1502 até sua morte.
Casou-se com o seu primo em segundo-grau, o príncipe Fernando de Aragão e, devido ao seu parentesco próximo, tiveram de pedir permissão ao Papa Sisto IV (212º Papa de 9 de agosto de 1471 até sua morte em 12 de agosto de 1484) acabou por aceitar o casamento, uma vez que considerava a união conveniente para os interesses da Igreja junto a política de Fernando de Aragão que junto a Rainha Isabel criaram as bases para a unificação política da Espanha com investimentos de grande monta, para manter suas possessões
Permanece inalterada essa relação entre as partes, sendo que os reis da Espanha tornaram-se os primeiros que tem a dignidade e autoridade do cargo (protocônegos ex officio) da Basílica Santa Maria Maggiore, em Roma.
Obs:
Há vasto material disponibilizado na mídia que pode ser acessado para comprovar os fatos aqui expostos, somente é necessário ligar as rede de contatos entre Espanha e Itália, e a correlação com a também Igreja Católica!
MAPA DA FORÇA POLÍTICA E MILITAR DO DOMÍNIO ESPANHOL NA EUROPA (Dinastia Hansburgo 1700)