quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO/SP ESTÁ SENDO DESTRUÍDO SILENCIOSAMENTE.

VISITEM ANTES QUE ACABE TUDO QUE FOR DE BRONZE!!! (quem sabe, um dia vão embora até o Mármore de Carrara e depois o granito)
Resolvemos pesquisar não túmulos históricos no Cemitério da Consolação o mais antigo da cidade de São Paulo, terras doadas pela Marquesa de Santos no longínquo ano de 1856, quando foi inaugurado esse Campo Santo, aonde estão grandes personalidades da história de São Paulo e do Brasil, mas infelizmente esta sendo vilipendiado em suas glórias.
A mídia focou o túmulo de Monteiro Lobato, onde se furtou a guirlanda que estava no encrustado na parede de tão renomado escritor da literatura infantil, além de ser um grande crítico da estrutura da política nacional, até ser controlado pelo Estado Novo e amargar o cárcere.

Não vamos aqui expor estas mazelas, mas sim embora a mídia colocasse o fato anteriormente, vamos colocar sobre o furto de obras de arte do referido cemitério, que só veio à tona por ser o túmulo de tão importante personagem da história nacional.
A investigação histórica de nossa parte foi próximo ao muro principal da Avenida da Consolação e não imaginam quanta desolação, pois todos os túmulos que margeiam a Rua da Consolação, importante via da Cidade de São Paulo, estão vandalizados, desrespeitados.

Antes e depois:PORTAS ARRANCADAS

VANDALISMO
Os furtos não são de hoje, já acontecem há muito tempo, pois são marcas indeléveis, estão lá todas as marcas do vandalismo, nas placas, vasos, inscrições tumulares, correntes, e tudo o que representem lucro imediato, foram violados, arrancados com a brutalidade por marginais e sem dúvida que são vendidos por atravessadores tão marginais quanto os que furtam e depois repassam às fundições que fazem virar líquida a história de São Paulo em nome do lucro financeiro.



Todos bandidos, e da pior espécie, que não respeitam a vida, quanto mais a morte!

TÚMULO DO PRESIDENTE CAMPOS SALLES
Depois de aparecer na mídia o descaso, a prefeitura de São Paulo resolveu fazer ronda no interior do cemitério no período diurno, com a guarda metropolitana, mas alertamos aos senhores “protetores do patrimônio histórico de São Paulo”: esses bandidos agem, sem sombras de dúvidas, nas “sombras” da noite. Falamos com uma funcionária e ela disse-nos não serem vagabundos externos de rua e nem “nóias” que agem no cemitério!

Então ficam as perguntas: 

Será que existem larápios que agem no interior do cemitério?
Será que existe também um organismo que age na calada no interior de tão importante local?

Será?
PROTEÇÃO ARRANCADA: HÁ MANUTENÇÃO PREVENTIVA NO LOCAL?

São ágeis em desrespeitar e violar um lugar sagrado, as cercas farpadas foram jogadas ao chão, nada os impedem de entrar, independente de religião, e vamos mais além:
Se a coisa vem de dentro para fora há sim um esquema de esperar as peças caírem sistematicamente para alguém recolher o botim na Rua da Consolação daquilo que dá certo lucro imediato a uma quadrilha muito bem estruturada, e todos ganham com o esquema e quem perde é a história da Cidade de São Paulo, onde o poder finge vigiar e o vigiado sabe que nunca será apanhado, pois nunca é vigiado realmente.
Antes de sentir tristeza, causa vergonha em saber que o Estado é incompetente em todas as suas esferas e que não sabem proteger seu patrimônio, que no caso nem foram construídos por eles, mas por todas as famílias que mereceriam o mínimo de respeito!
Afinal quem são esses "nóias" que destroem a história de São Paulo? Onde estão tais facínoras, matadores da arte?
Quem por ventura quiser confirmar façam uma vista "in loco", ficarão desolados por tanta insensatez (des)humana!

O exposto aqui não representa a centésima parte da realidade.

1 comentário:

Erik David Antonio disse...

Presado Historiador CARLOS FATORELLI!

Meu nome é Erik, sou de interior de São Paulo e também estudo Licenciatura em História. Com imenso prazer entro em contato com o senhor, pois sou adepto as suas publicações muito bem feitas!
Sou um teuto-brasileiro, descendente de um dos 1º Imigrantes de São Paulo, Santo Amaro, (Itapecirica). Gostaria de compartilhar com o senhor o nome da minha família, os ANTON que em Itapecirica está na placa de homenagem como ANTHONI (foram crianças do colégio que escreveram).

Minha preocupação é não encontrar onde meus "pentavós" foram enterrados "ELE - ANTON" faleceu em 1830, um ano após receber 400 braças de terras em Itapecirica. "Ela(sua esposa) - DICK" não sei os paradeiros.
Não consegui achar no Cemitério de Santo Amaro. Como não sou de São Paulo Capital é muito dificil para mim essa "missão". Tenho todos os documentos (originais do século XIX) e de toda minha árvore "deles" até a 6ª Geraçãoes e nas listas no Brasil também.
Se o senhor quiser mais informações posso lhe enviar por e-mail. Aguardo resposta!
Meu e mail:
erikfranguellifeletantonio@gmail.com

Grato!