sábado, 20 de janeiro de 2024

São Sebastião, homenageado no Estado do Rio de Janeiro/Brasil em 20 de janeiro

Confunde-se o dia do aniversário do Rio de Janeiro em 1º de março, com o dia do santo padroeiro da cidade: São Sebastião, que é celebrado em 20 de janeiro pela Igreja Católica.

No dia do aniversário do Rio de Janeiro, 1º de março, não é feriado, mas no Dia de São Sebastião, 20 de janeiro, é feriado municipal pela Lei nº 1271, de 27/06/88.
Em 1º de março de 1565, o capitão português Estácio de Sá, fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro na entrada da Baía de Guanabara.
O nome Sebastião foi homenagem ao então rei de Portugal, Dom Sebastião I, desaparecido na batalha de Alcácer-Quibir em 1578.
Diz a lenda que o Santo Sebastião apareceu na batalha final contra os franceses que invadiram o Rio, no seu dia, em 20 de janeiro de 1567.
1ª freguesia do Rio de Janeiro: São Sebastião, 20 de janeiro de 1569.
A primeira freguesia do Rio de Janeiro foi a de São Sebastião, instituída em 20 de janeiro de 1569, quatro anos após a fundação da Cidade.
Freguesia é termo derivado da expressão latina filium ecclesiae, "filho da igreja", sendo a menor divisão administrativa no antigo Império Português e no Império do Brasil.
O Soldado-Santo Sebastião defendeu os cristãos e a sua fé durante o reinado do imperador romano Diocleciano, sendo condenado à morte por desobedecer aos seus comandos.
Sebastião foi amarrado em uma árvore e alvejado com muitas flechas, porém não morreu. Depois de recuperado, Sebastião voltou a enfrentar o imperador Diocleciano. Desta vez, foi condenado a ser açoitado até a morte, com a ordem de que o seu corpo fosse jogado no esgoto para nunca ser venerado.
Imagem pertencente à Paróquia São Luiz Gonzaga/Bairro Jardim São Luiz/SP
São Sebastião morreu em 20 de janeiro de 288 d.C., o imperador romano Constantino, convertido ao cristianismo em 327 d.C, mandou construir a Basílica de São Sebastião em Roma.
No ano de 826 d.C. Os restos mortais de São Sebastião foram transladados para a Basílica de São Pedro, antes do assalto dos sarracenos, que destruíram essa primeira igreja. Parte desta basílica foram utilizadas depois para a reconstrução no Século XVII.

A ÚNICA “TRADIÇÃO VIVA” DE SANTO AMARO/SP: AS ROMARIAS PARA PIRAPORA DO BOM JESUS

Santo Amaro e a Tradição das Romarias: Homenagem ao Santo em 15 de janeiro.

Todos os povos possuem tradições que são as memórias de nossos avós, pais, tios, primos e tantos outros que lembramos sempre e que perpetuamos ao longo do tempo. É assim que mantemos viva nossa tradição na estrada da vida, com nosso pertencimento e identidade em Santo Amaro, mantidas nas romarias santamarenses.

Essa estrada existe há muito tempo, e resiste ao desenvolvimento da cidade de São Paulo, precisamente no bairro de Santo Amaro, são pessoas que mantém viva a chama da romaria de Santo Amaro à cidade de Pirapora do Bom Jesus em cavalgadas anualmente em busca da proteção divina.

É a tradição mantida em todos os corações dos cavaleiros(as) que cavalgam para Pirapora, mantendo o fervor da única tradição viva em Santo Amaro, registrado no tempo, sendo essas romarias merecedoras do reconhecimento como Patrimônio Histórico de São Paulo.

Esses senhores e senhoras em suas montarias buscam deste modo a proteção Divina, emanados com a mesma vontade de sempre, estarem diante do sagrado unindo duas localidades, Pirapora e Santo Amaro, sendo que hoje comemora-se o aniversário de Santo Amaro, e que essa tradição dos romeiros e seus moradores têm gratidão da acolhida, na luz da verdadeira história!

Parabéns, Santo Amaro/SP

domingo, 14 de janeiro de 2024

Parabéns, Santo Amaro/SP pelos seus 464 anos, comemorados em 15 de janeiro de 2024!!!

O “BAIRRO” DE SANTO AMARO NÃO FOI EDIFICADO EM 1552, MAS SIM EM 1560, COMO FREGUESIA E O PADRE ANCHIETA NÃO “REZOU” MISSA ALGUMA ANTES DE 1566, POIS ANTES DESSA DATA ELE NÃO ERA “PADRE” E NÃO PODERIA FAZER A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA!


“Inverdades” contadas muitas vezes, não se tornam verdades absolutas, são apenas mentiras contadas há muito tempo!


Em 12 de agosto de 1560, perante o tabelião público judicial, Pedro Dias, foi lavrado o termo da posse de Santo Amaro, feito por doação pelo capitão Francisco de Moraes, para o provincial da Companhia de Jesus, padre Luiz de Grã, representante dos jesuítas do “colégio” São Paulo de Piratininga.


O padre Luiz de Grã, enviou o irmão da ordem Gregório Serrão (que passou a cuidar de aldeias daqueles campos) para essa ocasião, dessa parte da sesmaria de Geribatiba. Como testemunha dessa doação participou Francisco Pires e Fernão D’Albernaz.


Assim ficou fixada em termo oficializado a parte de terra na margem esquerda do rio Geribatiba, uma aldeia (em Portugal, um pequeno foco de habitantes, ainda hoje se denomina por aldeia) com administração dos jesuítas onde estavam os índios Guaianazes, do aldeamento Virapuera do cacique Caá-ubi.


A faixa de terra de Santo Amaro (aprox. 640 km2) recebeu várias corruptelas de nomes indígenas como: Birapuera, Ibirapoera; Jeribatiba; Santo Amaro de Ibirapuera, até que definitivamente assumiria o nome atual de Santo Amaro.


A escritura da “capela curada” de Santo Amaro (Mauro) foi feita por ordem de Dom José de Barros Alarcão (1634-1700): bispo da Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, que São Paulo reportava-se) em 14 de janeiro de 1686, que assinou o documento assumindo como primeiro vigário o padre João de Pontes, irmão de Belchior de Pontes.


A "MISSA" EM SANTO AMARO/SP QUE ANCHIETA NÃO FEZ

O noviço José de Anchieta não presidiu “uma missa oficialmente” na aldeia que ficou conhecida como Santo Amaro (santo cristão, do século 6º, também denominado Mauro, antes de sua ordenação!


Santo Amaro é considerado protetor dos agricultores, carroceiros e carregadores) sendo 15 de janeiro, o dia e mês em que se faz a comemoração deste abade beneditino.


O jesuíta, santificado há pouco, José de Anchieta ordenou-se sacerdote em 1566, podendo a partir de sua ordenação fazer os santos ofícios religiosos da igreja católica a partir de sua consagração sacerdotal!


Observações:


“Chorumelas” antigas. Verbalizar sem provar não é documento histórico, parte de um discurso longo, mas sem conteúdo.


Faz-se necessário averiguar as oitivas, ou seja, aquilo que se transmite por ouvir falar, e repete-se várias vezes, sem investigar para se ter certeza de ser verdadeiro.


Se porventura encontrarem em "arquivos oficiais" documentos comprobatórios sobre o exposto, seremos os primeiros a nos retratar, em nome da historiografia de Santo Amaro/SP!


Parabénsssssssempre, Santo Amaro/SP, em seus 464 anos de dinâmica no tempo, desde 1560, desvendada e a desvendar em seus registros historiográficos!