sábado, 4 de abril de 2026

A MALHAÇÃO DE JUDAS NO JARDIM SÃO LUIZ/SP

No “Sábado de Aleluia” era dia de festa para a gurizada do bairro, uma preparação para o grande evento:

A Malhação de Judas, porque ele traiu a Jesus!
Cada um preparava o “madeiro”, nossos "tacos" de jogar no dia a dia, que iria sentar a lenha no Traidor. Nossa ansiedade era grande, e a hora não chegava, tinha que ser ao meio-dia em ponto!
Até chegar o momento era um alvoroço, descíamos para o local de encontro onde a noite eram colocados os bonecos que representavam o Judas e a gurizada queria saber qual deles iria ser “acariciado”!
O Macalé, que dirigia a viatura do Juizado de Menores, era quem preparava a bagunça, fazia uma meia dúzia de Judas, metade com balas, oferecidas pelos comerciantes, dentro do Judas e outros sem nada, que eram amarrados nos postes de madeira da Light, e faziam-se filas de moleques em cada Judas escolhido!
A hora não passava e a ansiedade aumentava até que quase ao meio-dia começava a contagem:
3, 2, 1....já!
Iniciava-se a balburdia, os adultos até soltavam rojões de 3 tiros que estouravam no ar...e ao meio-dia em ponto o "pau comia" literalmente cada um com seu Judas escolhido, uns se desapontavam, pois os Judas escolhidos eram tão ruins que nem balas ofereciam e outros meninos descobriam a “mina de ouro das balas” voando pelo chão de terra cada um da gurizada pegando seu quinhão, rindo contentes por mais uma Malhação de Judas!!!
Isso era a infância no Jardim São Luiz...não tínhamos nada além de nossa liberdade e felicidade...que o tempo “comeu” devagarinho...não malhação da vida!!!
(imagem da Internet)

PÁSCOA JUDAICA CELEBRADA POR JESUS EM JERUSALÉM E A PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Jesus tinha pleno conhecimento das Escrituras dos Profetas, e reconhecia todo o rito da Passagem de Libertação do Egito pelo povo hebreu em direção a Terra Prometida por Deus!

A PÁSCOA DA ESCRAVIDÃO PARA A LIBERDADE (Ex.12)
Esta passagem preservou-se também a gloriosa travessia do Mar Vermelho em direção à Terra Prometida, vagando por 40 anos, com o povo hebreu alimentado pelo Manah do Céu, sobre a orientação de Moisés.
Em Ex. 11:4 adverte o Senhor JHVH que Ele mesmo passará pelo Egito ferindo a terra opressora de morte. O cordeiro escolhido no 10o dia será macho sem defeito, no 14o tomar-se-ia um cabrito que seria imolado a tarde e marcaria com sangue as ombreiras e verga da porta. Do cordeiro comer-se-ia assado no fogo com pães ázimos e alfaces bravas. Assim será preparado o culto perpétuo, dia solene do Senhor que arrebatou os primogênitos do Egito evitando as casas marcadas.
A Páscoa Judaica (Pessach, do hebraíco = passagem), ocorre em 14 de nisan quando acontece o sacrifício do cordeiro, onde na véspera tem-se o Sêder de Pessach, refere-se ao jantar cerimonial judaico em que se recorda a história do Êxodo e a libertação do povo de Israel.
A PÁSCOA DA MORTE PARA A VIDA: RESSURREIÇÃO DE JESUS
Pelo Concílio de Nicéia em 325 da era cristã, considerou-se:
A Páscoa seria celebrada no domingo (dominica dies / o dia do Senhor=Kýrios) seguinte ao 14º dia da lua cheia, que atinge esse ponto no equinócio ou logo depois. De acordo com essa regra, a Páscoa pode então ocupar, conforme os anos, 35 posições diferentes, entre os meses de março a abril.
O mês de nisan (anteriormente chamado abibe nome do primeiro mês sagrado hebraico(Exodo 13.4) significa espigas verdes de trigo, ou frutas frescas, assim chamado por causa das espigas do trigo e da cevada) está para o calendário gregoriano entre março e abril, que era no hemisfério norte época da primavera, o mês das espigas, dos grãos debulhados no ciclo das culturas.
Para o cristianismo a Páscoa denota a passagem de uma vida deixada no passado para uma nova vida, vencendo Cristo a morte carnal e ressuscitando (Páscoa definitiva)!
A semana do Domingo de Páscoa é antecedida pelo domingo de Ramos quando Cristo entra em Jerusalém, cidade do Templo, dos Saduceus, Fariseus, Escribas, Doutores e regulamentada pela Lei Romana.
Desde o meio-dia (Sexta hora) e 15 h (hora nona) as trevas percorreram toda a Terra. Completa-se com a Páscoa do Senhor Ressuscitado.
No Novo Testamento a Páscoa é a Ressurreição de Jesus e a vitória do amor (ágape) que combate o pecado humano. É a maior Solenidade Liturgia (Gr. Leitourgia = Forma que aprovou a igreja para celebrar os ofícios divinos).
O Tríduo Pascal (festa eclesiástica com duração de 3 dias) iniciado na Quinta-feira com vigília representando a entrega do cordeiro que seria imolado (Eucaristia – Lucas 22:20) na Sexta-feira temos a condenação sumária de Jesus sem direito de defesa, sem as garantias humanas do Direito Penal.
Desde o meio-dia (Sexta hora) e 15 h (hora nona) trevas percorreram toda a Terra. Completa-se com a Páscoa do Senhor Ressuscitado.
TRÍDUO PASCAL
Quinta-feira: A ceia do Senhor com seus apóstolos que humildemente serve-os à mesa, lavando-lhes os pés (João 13) em sinal de serviço. Institui-se a Eucaristia representada pelo pão e vinho e o chamamento para o novo sacerdócio em Cristo.
Neste dia há adoração eucarística, dia do Parasceve = dia da preparação da Páscoa.
Sexta-feira: Paixão de Jesus Cristo. A igreja celebra a adoração eucarística com solenes leituras da Paixão (diapedese = suor de sangue). Culmina com a procissão do Senhor morto (Filho do homem).
Sábado: Vigília Pascal: o fogo e a água são abençoados, um Círio Pascal (vela branca, grande) para representar a luz do mundo que é Jesus e que veio para iluminar a vida dos homens. Os cinco marcos de incenso incrustados na cruz da vela representam as cinco chagas do Filho de Deus.
Domingo de Páscoa: representa o Novo Tempo, a Ressurreição do Senhor, a passagem (Páscoa) da morte (vida omissa do velho homem) para a vida (encontrada nos que necessitam) em Jesus Cristo.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

A Cruz e a Crucificação antes de Jesus: Instrumento da Lei, não era exclusividade Romana

 A Cruz, instrumento de dor, foi santificada com o sangue de um Justo

O termo latino “crucifixio” vem da junção de "fixar a uma cruz". A crucificação era um método de execução dos piores criminosos e o impacto de um condenado crucificado, usado para punir agitadores políticos ou religiosos, piratas, escravos rebelados.
Esse método de castigo e morte foi oriundo do Mediterrâneo através de Alexandre, O Grande, no século 4 a.C. Os romanos aprenderam sobre a crucificação com os cartagineses e usaram a pena de crucificação a todos que não tivessem cidadania romana, pois o cidadão de Roma, recebia a pena por decapitação, por ser considerada pelas leis romanas uma morte mais digna. Foi o caso do Apóstolo Paulo, decapitado, filho de mãe judia e pai romano.
O objetivo principal da cruz era causar o máximo de dor possível por um longo período. Assim, as vítimas eram pregadas pelos pulsos e pés, e abandonadas para morrer lentamente, o que podia levar dias. Muitos eram abandonados para apodrecer ou ser devorados por animais após a morte.
A madeira de oliveira era indicada para esse tipo de estrutura por ser resistente. A oliveira necessita de muito tempo para crescer, mas, no entanto, pode viver muitas centenas de anos, ou até milhares.
Em 519 a.C., Dario I, rei da Pérsia, crucificou 3.000 oponentes políticos na Babilônia; em 88 a.C. Alexandre Jannaeus, o rei judeu e sumo sacerdote, crucificou 800 oponentes farisaicos.
A maior crucificação de que se tem notícia foi em Roma, em 71 a,C., na revolta de 200 mil escravos sob o comando do gladiador Spartacus, onde as legiões romanas num só dia crucificaram cerca de 6.000 dos revoltosos.
Em 33 d.C. Jesus de Nazaré foi condenado por crucificação, por Pôncio Pilatos que governava a província da Judeia, região sob administração do Império Romano.
O método da crucificação foi aplicado até sua extinção por Constantino, em 337 d.C., Imperador convertido ao Cristianismo, e responsável por reunir toda a estrutura episcopal no Concílio de Niceia, em 325 d.C.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

A lavagem dos pés: Era um costume Judaico

 O lava-pés

O lava-pés era ato corriqueiro, prática judaica, costume de hospitalidade e higiene, onde hóspedes lavavam os próprios pés, ou os servos lavavam os pés de convidados. Era prática comum e algo necessário, porque antigamente as pessoas andavam ou de sandálias abertas e banhar os pés era a limpeza para entrar-se numa casa, lugar da família, um lugar sagrado que para entrar devia-se purificar.

Em Gênesis 18:4 vê-se a hospitalidade de Abraão ao receber três visitantes dizendo: "Mandarei buscar um pouco d'água para que lavem os pés e descansem debaixo desta árvore". Abraão não lavou os pés de seus convidados, pois não era costume o anfitrião lavar os pés dos convidados.
Jesus fez na última noite de sua vida foi muito além das ideias e costumes tradicionais. Quando realizado por Jesus, assumiu um significado profundo de humildade extrema, amor servil e quebra de hierarquias, um choque social.
O ATO DERRADEIRO DE JESUS COM OS APÓSTOLOS: João 13, na Última Ceia, o próprio Jesus lava os pés de seus discípulos.
Jesus levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura.
Chegou-se a Simão Pedro, que lhe disse: "Senhor, vais lavar os meus pés? "Respondeu Jesus: "Você não compreende agora o que estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá". Disse Pedro: "Não; nunca lavarás os meus pés". Jesus respondeu: "Se eu não os lavar, você não terá parte comigo". Respondeu Simão Pedro: "Então, Senhor, não apenas os meus pés, mas também as minhas mãos e a minha cabeça! " Respondeu Jesus: "Quem já se banhou precisa apenas lavar os pés; todo o seu corpo está limpo. Vocês estão limpos, mas nem todos".
Para compreender a reação chocada de Pedro, é importante entender o lava-pés em seu sentido na cultura na Palestina da época.
O anfitrião geralmente providenciava água e uma bacia, mas esperava-se que os próprios convidados realizassem a lavagem, ou, em lares mais abastados, que essa tarefa de lavar os pés de outrem era considerada uma das mais servis e degradantes atividades, tarefa executada por um servo ou escravo, de extrema submissão.
Jesus assumiu o lugar do último, do servo dos servos, agindo como um escravo, e para a época era perturbador e inadequado.
O lava-pés simboliza, então, a necessidade de uma purificação contínua, oferecida por Cristo, para que a comunhão seja preservada na limpeza da purificação.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Seminário do Ibaté, São Roque/SP, inaugurado em 19 de março de 1949

Formação de seminaristas ao sacerdócio

O Seminário de São Roque começou a funcionar em 1949. Até então, os padres da Arquidiocese de São Paulo usavam as dependências em Pirapora, no Seminário dos Padres Premonstatenses. Chegava-se ao Seminário do Ibaté de trem ou por ônibus das empresas que faziam trajetos pelas cidades de São Roque, Araçariguama ou Pirapora,
O Seminário Menor Metropolitano Imaculado Coração de Maria, conhecido por Seminário de São Roque ou Ibaté, teve sua inauguração realizada em 19 de março de 1949, onde permaneceu ativo até 1973.
Um pouco dessa história inicial
Na edição de 12 de março de 1949, o jornal “O Democrata” apresentava uma coluna assinada pelo frei Paulo Maria do Carmo, à época pároco de São Roque, enaltecia inauguração do Seminário do Ibaté, em bairro de mesmo nome:
“O certo é que a cidade de São Roque ainda não acordou para o entusiasmo, engrandecida e beneficiada com uma incomparável mercê de Deus”.
Naquele momento ocorria, a transferência do Seminário de Pirapora do Bom Jesus para São Roque, no bairro do Ibaté.
A construção foi iniciada pelo cardeal de São Paulo, Dom José Gaspar em 1943 para uso de seminaristas em férias. Transformar o espaço em Seminário partiu de decisão do cardeal Dom Carmelo de Vasconcelos Motta, arcebispo de São Paulo de 1944 a 1964.
Confirmou-se que os membros eclesiásticos para esse momento solene inaugural do seminário chegariam na cidade de São Roque no trem das 10:20 horas. As boas-vindas das autoridades religiosas, coube a recepção ao prefeito da cidade de São Roque, Joaquim Firmino de Lima.
Assim o Seminário Menor começaria suas atividades da propedêutica onde coube a honra de receber a incumbência de administração do Seminário do Ibaté, ao Bispo Auxiliar, Antônio Maria!
O Seminário do Ibaté foi edificado com o propósito de formação de centenas de jovens que chegavam ao Seminário do Ibaté de trem ou por ônibus das empresas que faziam trajetos pelas cidades de São Roque, Araçariguama ou Pirapora, e depois passavam para as dependências do Seminário.
Ficaram conhecidos como "ibateanos", e quando chegavam na entrada deparavam-se com uma inscrição em latim:
"Parva domus magna quies".(Casa pequena, muita paz)
INFORMATIVO Nº001
ESTAMPA A PARTIR DO Nº016 Muitos se reúnem desde 1993 nas dependências do Seminário e editavam o informativo de ex-alunos, que a partir do número 16, de maio de 1997, estampava nome na capa: “Echus de Ibaté”, com lembranças do Seminário e onde um desses seminaristas era o Bita, ordenado em 1963, tornou-se o padre Edmundo da Mata que teve uma passagem pela Freguesia do Ó, em São Paulo, quando era o pároco deste bairro tradicional de São Pulo, o padre José Maria Fernandes Collaço. Deste local recebeu a incumbência de vir zelar pela Paróquia São Luiz Gonzaga, no bairro do Jardim São Luiz
Reabertura:
Em 19 de março de 2024 o Seminário do Ibaté foi reaberto, retomando suas atividades com o curso propedêutico, para formação de novos seminaristas, a cargo da Diocese de Osasco, anúncio este feito pelo bispo diocesano, Dom João Bosco Barbosa de Souza.
Fotos do Seminário do Ibaté


















quinta-feira, 5 de março de 2026

O Que Foi o Feirão Coberto do Bairro Jardim São Luiz, São Paulo

Local das Feiras Livres do Bairro Jardim São Luiz, São Paulo  

No bairro Jardim São Luiz houve desde o início feiras livres em vários locais como na Rua 2, atual Rua Satulnino de Oliveira, na antiga Avenida São Luiz, atual Avenida Maria Coelho Aguiar e na Rua 25, atual Rua Dr. Octacílio de Carvalho Lopes.


No governo do prefeito Brigadeiro José Vicente de Faria Lima foram construídas feiras cobertas em terrenos municipais, para se evitar a obstrução de ruas.

A cobertura ficou conhecida como “Feirão”, construída a partir de 25 de novembro de 1968, através da empresa SERGUS Engenharia e Comércio Ltda, com o valor da obra orçada em Cr$345.279,56 cruzeiros, a moeda circulante da época, contrato número 375168, com projeto de responsabilidade do engenheiro Arnaldo Christiano e do arquiteto Carlos Egberto de Arruda Pinto.


No local do projeto original da feira havia duas residências e para se instalar o projeto piloto do “feirão” do Jardim São Luiz foi necessário desapropriar o fotógrafo “Chico” Furukawa e Dona Tereza, área localizada próxima à “Panificadora São Luiz”, no bairro Jardim São Luiz, São Paulo, que tinha a razão social T. D. Oliveira & Filhos, na antiga Rua 1, hoje Rua Geraldo Fraga de Oliveira, nº 195, com atividade iniciada em 1º de outubro de 1960.




A inauguração do “feirão coberto” aconteceu em 31 de março de 1969 com a presença de autoridades municipais da prefeitura da cidade de São Paulo. Nessa inauguração uma placa comemorativa em bronze foi fixada a uma enorme pedra extraída da “bica das lavadeiras”, uma mina de água que existe até hoje no local.


Com o passar do tempo, durante o período quando o local não servia para sua finalidade original, o galpão era usado para longas “peladas” das crianças ou a efêmera, mas atraente, Escola de Samba do saudoso Trabucão, ou da posterior “Grêmio Recreativo Esportivo Cultural Escola de Samba Mocidade Unida São Luiz” (subsidiada por um comércio emergente como o “Estacionamento Domingos”, “Supermercado Eduma” e “Gino Loterias”), que se tentou com sacrifício implantar[1]. Ali se escutou muito repique e “surdão” ao estridente comando de um apito pausado.

Enfim chegou a promessa da modernidade e a cobertura do Feirão foi derrubada na década de 1990.



Hoje, o lugar acomoda o a sede da Companhia da Força Tática da Polícia Militar de São Paulo, onde antes abrigava-se funcionários e equipamentos do serviço de manutenção municipal, responsáveis por manter limpo o feirão e as ruas adjacentes. A construção da sede da Companhia em comum acordo do governo municipal e estadual, fechou o acesso lateral da Rua Francisco Cerqueira, que era a entrada do Colégio Estadual Professor Luiz Gonzaga Pinto e Silva.



A feira livre estava sobre ameaça de ser retirada do seu local de origem e deste modo alguns feirantes e moradores do Jardim São Luiz foram para a Câmara Municipal de São Paulo com abaixo assinado de mais de 1500 assinaturas para que a feira permanecesse onde antes era o “Feirão Coberto”, sendo deferido o pedido de permanência das mais de 60 barracas oficializadas no local, nessa época.


Em 09 de agosto de 2007, foi inaugurada à Rua Arlindo Fraga de Oliveira, em frente a uma parte da feira do bairro, uma Agência da Caixa Econômica Federal, onde estiveram presentes autoridades de governo e recebendo às bençãos do padre Edmundo da Mata.





Muito se cogitou para que no local do Feirão se formasse um mercado modelo, mas optou-se por construir a Praça José Fernandes Camisa Nova. Em julho de 2006, com o compromisso de “Urbanização do Jardim São Luiz”, começaram as obras municipais através da Empresa de Engenharia Cosladel. A feira foi remanejada para a Rua Arraial dos Couros, rua adjacente à Praça José Fernandes Camisa Nova, onde permanece até hoje, todas às quartas-feiras e domingos.





Crônica sujeita a revisão sem prévio aviso.



Vide complemento no link:

Os feirantes mais antigos do Bairro Jardim São Luiz, quiçá de São Paulo, na ativa!

https://carlosfatorelli27013.blogspot.com/2017/04/os-feirantes-mais-antigos-do-bairro.html

Pioneirismo da “Panificadora São Luiz” no Bairro Jardim São Luiz/SP

https://carlosfatorelli27013.blogspot.com/2019/06/pioneirismo-da-panificadora-sao-luiz-no.html



[1] Depoimento do morador do Jardim São Luiz, conhecido por Cacaio, em 25 de agosto de 2007, citando ainda o apoio de Fradisney e Chapinha, este é hoje integrante do atual Samba da Vela, apresentando-se no antigo Mercado Municipal de Santo Amaro, atualmente Centro Cultural. Sobre a primeira escola dirigida pelo Trabucão, Cacaio cita seus filhos ainda presentes na região, Serginho, José Luis e Osni.


...um dia na feira