sábado, 22 de agosto de 2026

22 DE AGOSTO DIA DO FOLCLORE: AS ROMARIAS SÃO A ÚNICA TRADIÇÃO VIVA DE SANTO AMARO/SP

 (É mister reconhecimento como Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo!)

As romarias à Cidade de Pirapora de Bom Jesus acontecem nos meses de abril e maio com cortejo de adeptos cavaleiros em suas montarias, fato que se repete há anos saindo do antigo Largo São Sebastião, atual Largo Bonneville, em Santo Amaro, São Paulo.
São abnegados que mantêm a tradição e o folclore independente da expansão urbana pelos arrabaldes de Santo Amaro. Lá estão eles todos os anos buscando os que unem em laços de amizade:
As romarias de Santo Amaro!
Seguem à frente os andores e os estandartes que abrem a cerimônia, havendo no cortejo às representações do Bom Jesus, seguido, do santo padroeiro local, Santo Amaro, acompanhados da Virgem de Aparecida, Padroeira do Brasil.
Todos rumam à cidade de Pirapora, distante pouco mais de 50 quilômetros, com romeiros viajando de várias maneiras: charretes, montarias, bicicletas ou caminhado a pé para uma grande congregação na igreja Matriz de Pirapora para a missa solene, recebendo as bênçãos como prêmio máximo de tão fervorosa peregrinação!
A tradição continua mantida em todos os corações dos romeiros e está registrada ao longo do tempo, sendo essas romarias merecedoras do reconhecimento como Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo.
Esses senhores e senhoras em suas montarias buscam a proteção Divina, emanados com a mesma vontade de sempre, de estarem diante do sagrado unindo duas localidades, Pirapora e Santo Amaro, sendo que hoje, 22 de Agosto, comemora-se o Dia do Folclore, e que essa única tradição viva em Santo Amaro continue a abrilhantar o continuísmo histórico, seguido por futuras gerações já encaminhados pelos pais a trilharem o caminho da fé!
(Ilustração das Romarias deste ano de 2026...tudo junto e misturado)






















sábado, 15 de agosto de 2026

15 DE AGOSTO, DIA DE SÃO TARCISIO E OS COROINHAS DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA/SP

SÃO TARCISIO E OS COROINHAS DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA/SP

15 de agosto Dia São Tarcísio o “altar servers” ou “messdiener”, um servidor do altar, que na atualidade são os acólitos, palavra derivada do grego antigo ἀκόλουθος (akólouthos), que significa "seguidor" ou "assistente" sendo registro histórico mais antigo e seguro na década de 250 desta Era, em uma carta escrita pelo Papa São Cornélio.
O POR QUÊ DE CHAMÁ-LOS “COROINHAS”?
Na Igreja Católica, os acólitos, especialmente os não instituídos, são frequentemente crianças ou jovens que receberam a Primeira Comunhão.
No passado, os jovens cantores das paróquias que participavam do coro eram chamados “coroinhas”. Eles vestiam uma batina curta vermelha coberta por uma sobrepeliz branca.
O uso de cores fortes como o vermelho era comum nas vestes corais. O vermelho das vestes remete ao sangue de Cristo, o fogo do Espírito Santo e o testemunho dos mártires! (como São Tarcísio).
O Branco da Sobrepeliz representa a pureza de coração do jovem!
Tarcísio viveu no tempo do Império Romano de Valeriano, presume-se, entre os anos de 245 e 257, quando cristãos estavam sendo presos e condenados à morte. Nas prisões à espera do martírio, os cristãos condenados desejavam receber o Pão Eucarístico, mas o Papa Sisto II não sabia como fazê-lo!
O “servidor do altar” Tarcísio, com seus 12 anos de idade, ofereceu-se para a tarefa. O papa entregou numa caixinha de prata as hóstias que deviam servir como conforto aos próximos mártires. Tarcísio andando via Ápia,(estrada mais importante de Roma) foi questionado do que levava, e sem responder bateram nele sendo martirizado até a morte. Depois de morto, revistaram-lhe o corpo, nada achando com referência ao Sacramento de Cristo.
OS COROINHAS DA PARÓQUIA SÃO LUIZ GONZAGA/SP
Os coroinhas da Paróquia São Luiz Gonzaga foram instituídos por alguns abnegados que conseguiram lutar contra a influência de pessoas ligadas a paróquia inclusive que viveram das benesses, e que hoje um deles até veste a batina de consagrado e tendo de respaldo um que se beneficiou de toda a complacência em seus atos escusos!
Poucos acreditavam que poderia dar certo implantar o grupo de servidores do altar, mas deu, não por força e “insistência” de menos de meia dúzia de pessoas, mas porque Deus queria que acontecesse!
Foi nesse momento que espertalhões foram “envenenar” o padre, e quiseram assumir a colheita que não plantaram, e para espalhar a discórdia trouxeram a informação falsa que “o padre não queria meninas servindo o altar de coroinhas”!
Eles não contavam que esse missivista tivesse a coragem de ir perguntar se ele, o padre, tinha dado tão absurda diretriz!
O Demônio se reveste com uma roupa rasgada e deixa brechas da mentira, o padre desmentiu-os, dizendo não ter dado tal ordem, valendo a máxima: o Capeta faz, mas não consegue esconder!
Deste dia em diante, o foco era este missivista, eles não sabiam que o caminho já estava alicerçado, foram recolher a colheita que não plantaram e jamais lançaram novas sementes e depois de alguns meses abandonaram o arado!
Hoje o maior prêmio ofertado, é ver que mesmo contra as “pragas” existentes no plantio, vingou a colheita com novos frutos!!!